Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019
Princesa contra o Fast

Princesa já pensa na decisão do segundo turno do Estadual contra o Naça

Princesa passa pelo Fast e já concentra forças para vencer o Nacional e antecipar título inédito



1.png Princesa já pensa na decisão contra o Nacional
06/05/2013 às 08:14

Passada a euforia pela classificação à final da Taça Cidade de Manaus, o segundo turno do Estadual, com o empate em 1 a 1 diante do Fast Clube, o técnico do Princesa do Solimões, Marquinhos Piter, já se debruça sobre seus rabiscos para tentar desvendar os segredos táticos de Aderbal Lana, técnico do Nacional, para o primeiro jogo da decisão nesta quarta-feira, no Estádio Roberto Simonsen.

O empate fora de casa é considerado um belo resultado, uma vez que o Tubarão tem a vantagem de fazer o jogo de volta em casa, mas o espírito da equipe será o mesmo da conquista do primeiro turno e da bela campanha no segundo. Marquinhos crê na combinação de força de grupo e oportunidades individuais de seus comandados. “Temos muito respeito pelo Nacional e pela maneira de apresentar a equipe do professor Lana, mas vamos jogar como viemos jogando durante toda a competição. Não é momento para esmorecer”, afirmou Piter, após a classificação assegurada sábado, no Gilbertão, com o empate com o Rolo Compressor.

 A partida contra o Fast foi mais um aprendizado para o Princesa. A história do empate começou com o belo gol do atacante Joiner a favor do Tubarão, driblando zagueiro e goleiro, aos sete minutos do segundo tempo, mas aos 36 minutos, Alecsandro B.A igualou o placar. Como o time havia vencido a primeira semifinal por 2 a 1, os jogadores pareceram um tanto dispersos em campo, deixando o adversário à vontade para atacar. O zagueiro Clayton He-Man afirmou que isso não pode acontecer na final. “Jogamos em casa, mas acabamos deixando a coisa solta no início. Começamos desconcentrados. Isso não pode acontecer. Contra o Nacional, qualquer erro pode ser fatal”, analisa o jogador.

Fast morre na praia

No Fast Clube, ficou a sensação de nadar, nadar e morrer na praia. O time que mais contratou e dispensou jogadores agora tem 42 anos de jejum de títulos estaduais. Diante do Princesa, a equipe teve mais posse de bola, atacou, chutou bola na trave, mas não conseguiu converter em gol. “Isso só pode ser bruxaria. Não acredito que a gente possa perder tantas chances de gol”, irritou-se o treinador lusitano Paulo Morgado, que disse estar com a consciência tranquila, que fez o melhor que pôde para quebrar o jejum. “Não fui eu quem montou essa equipe, não fui eu quem contratou esses jogadores. Eu cheguei e o elenco estava montado. Jogamos com que tínhamos a nossa disposição. Eu tive pouco tempo para trabalhar melhor o conjunto do time do Fast Clube”, afirmou Morgado, que ainda não sabe qual o seu destino no clube.

Michel Parintins, o principal homem de articulação no Fast, disse que faltou sorte. “Não tivemos tanta sorte no Estadual”. 

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