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'Princesa se acostumou a sofrer', diz técnico Zé Marco, após mais uma situação incômoda no Barezão

Zé Marco diz que time sempre mostra crescimento em situações de dificuldade e prevê "sofrimento" no último jogo do campenato, neste sábado (20), na Arena da Amazônia  15/06/2015 às 19:50
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Treinador espera surpreender Nacional no jogo de volta
Felipe de Paula Manaus (AM)

Nada fácil a vida do Princesa do Solimões neste Amazonense. Ausência de seu estádio  durante todo o campeonato, contusões, jogos quase sempre tensos, polêmicas. No entanto, o Tubarão do Solimões tem conseguido dar a volta por cima nos momento de dificuldade, a exemplo da sofrida classificação na semifinal contra o Fast Club.

“Todos os momentos em que a gente sofreu, saiu com desvantagem e reverteu. Isso prova o poder de reação da equipe. Não queríamos nunca que fosse assim, mas novamente voltou a acontecer. Ninguém quer sofrer, mas o Princesa se acostumou a sofrer e na maioria das vezes deu a volta por cima. É nisso que vamos nos apegar. Essa é a cara do Princesa, não se entregar nunca”, disse o técnico Zé Marco.

Para o treinador, que classifcou como justo o placar de 1 a 0 para o Nacional no primeiro jogo da final, o time tem plenas condições de superar a desvantagem de ter de ganhar por pelo menos dois gols de diferença para se sagrar campeão, mas desconsidera a possibilidade de isso acontecer sem uma boa dose de sofrimento.“Pelo que se desenha a partida, com a desvantagem que temos, vai ser sofrido novamente”, diz ele, que fez uma análise fria do último jogo e, sem especificar em termos táticos, falou o que crê que o time deva fazer para se tornar o primeiro time a levantar a taça de campeão amazonense na Arena da Amazônia.

“Não fizemos um bom jogo. No primeiro tempo o Nacional foi um pouco superior. No segundo,  terminamos melhor, mas no contexto geral, o Nacional mereceu a vitória. Erramos muito, mais uma vez tomamos gol de bola parada. Demos muito contra-ataque com a bola no nosso pé”, falou. “Temos que iniciar o próximo jogo como terminamos o primeiro, ter mais atitude e mais coragem para reverter a situação”, disse Zé.

Perguntando se pretende fazer alterações táticas ou de formação no segundo jogo da final, o treinador desconversou e não deu pistas do que está pensando em termos de escalação e estratégia de jogo. “A princípio, a gente vai ver como eles se portam neste trabalho com bola”, disse o técnico, que a partir desta terça-feira inicia o trabalho de elaboração da equipe.

Ontem, o Tubarão, que não tem desfalques e deve ter todos os jogadores disponíveis para a segunda partida da final, fez apenas um trabalho de recuperação física pela parte da manhã e de tarde iniciou atividade com bola no CT do clube em Manacapuru.Perigo vem do altoUma das maiores preocupações para a partida, no próximo sábado (20), às 15h, é a bola parada defensiva. Dos quatro gols nas três vitórias do Naça sobre o Pricesa no Barezão, só um não foi de bola parada: dois foram de escanteio e um de falta.

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