Segunda-feira, 22 de Julho de 2019
Torneio Internacional

Em noite de estreias, Brasil enfrenta a Costa Rica na Arena da Amazônia

A escalação para a partida não é mistério. O Brasil deve entrar em campo com Bárbara, Fabiana, Bruna, Rafaeli e Tamires; Formiga, Isa, Gabi, e Andressinha; Debinha e Bia



zCR0507-10r.JPG Aos 36 anos, Emily Lima faz sua estreia como técnica da seleção brasileira feminina, na Arena da Amazônia. Ela é a primeira mulher a comandar a equipe nacional (Foto: Aguilar Abecassis)
07/12/2016 às 05:00

Um pouco metódica em tudo o que faz, porém tranquila. É assim que a treinadora da seleção brasileira, Emily Lima se define. Aos 36 anos, ela é a primeira mulher a comandar o time feminino do Brasil. A estreia dela será nesta quarta-feira (7), na Arena da Amazônia, às 20h15 contra a seleção da Costa Rica no primeiro dia de jogos da Copa Caixa de Seleções e como em toda estreia, ela confessa que bate o famoso nervosismo da estreia.

“Se eu falar que não estou nervosa eu vou estar mentindo. Então tem a ansiedade de estar representando o nosso País, estar à frente da Seleção Brasileira. É uma modalidade que eu vivo há 20 e poucos anos e é um sonho que estou realizando”, disse.

Nos dois treinos realizados no estádio Carlos Zamith, Zona Leste de Manaus, o foco foi o mesmo: posicionamento e bola parada.  E todo o trabalho de posicionamento tem como objetivo focar na organização tática. Mas ela garantiu que apesar da disciplina, a diversão e o futebol bonito não irão faltar.

“Eu posso dizer que é uma seleção que vai defender muito. Bem organizada, taticamente obediente e ofensivamente elas vão brincar com a bola. Elas têm que se divertir. A gente não pode tirar isso das nossas atletas”, disse a treinadora que adiantou que quer um time ofensivo em campo.

A escalação para a partida não é mistério. O Brasil deve entrar em campo com Bárbara, Fabiana, Bruna, Rafaeli e Tamires; Formiga, Isa, Gabi, e Andressinha; Debinha e Bia. “Vamos ter uma seleção ofensiva. Dei um setor para que recebesse a bola e fosse aguda mesmo, vertical  e ir para cima do adversário”.

Além do esquema tático, Emily conta com outro trunfo ao seu favor: o desconhecimento do adversário. “Eles conheciam a outra seleção. A Costa Rica vai ser a primeira adversária, mas os outros: Itália e Rússia vão estudar a gente. Um ponto que eu falei para elas (as jogadoras) é que a gente não pode ser uma seleção fácil de se estudar. Tem que ter variações. Elas (as costarriquenhas) têm a ideia do que era e não vai ter ideia do que vão encontrar pela frente. Então pode ser um ponto positivo”, disse a treinadora.

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