Segunda-feira, 22 de Julho de 2019
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Quem é quem? Tem que ter medo? Saiba o que espera o Brasil na 1ª fase da Copa

Seleção brasileira estreia na Rússia contra a Suíça, no dia 17. Depois tem Costa Rica e Sérvia. E aí, já está por dentro das primeiras seleções que a equipe canarinho vai enfrentar?



20180608085345_349.jpeg Foto: Reprodução/Internet
14/06/2018 às 06:00

A Copa do Mundo de 2018 começa nesta quinta-feira (14). Oea! Ou melhor, vamo de Priviêt. A seleção brasileira só entra em campo no domingo às 15h (horário de Brasília). São três jogos da primeira fase. Somando duas vitórias iniciais a gente já coloca os dois pezinhos na classificação para as oitavas de final. E o resto é história não contada. Mas, o começo, a gente consegue esboçar.

E aí, tá por dentro ou tá dando uma boiada nessa edição da Copa? Sabe quais os primeiros jogo? Contra quem a gente tem que fazer aquela fezinha? As primeiras seleções tão no papo? Será? Chega mais.

O Brasil estreia contra a Suíça no domingo (17), no estádio de Rostov. Do nosso lado a gente sabe o que esperar. O quartetop fantástico com Coutinho, William, Neymar e Gabriel Jesus. A astúcia de Tite e a construção quase irreparável - saudades, Dani Alves - da retranca. Mas e do lado de lá? É para assistir ao jogo com terço na mão? Vamos conhecer.

Comecemos a parte da Suíça com uma informação pra lá de pouco importante, mas que abala os superticiosos. O time venceu a Espanha por 1 a 0 em 2010. Naquela edição os espanhóis foram campeões da Copa. Hopp schwiiz!

A Suíça é favorita a ficar em segundo lugar no Grupo E da Copa. Tem um time retranqueiro como poucos, tudo sob o comando Vladimir Petković. Com boas e fundamentais peças que ajudam a compor a estileira da seleção. 

Shaqiri, para os amazonenses, é conhecido. Foi ele que meteu um hat trick dentro da Arena da Amazônia, contra a Honduras, na Copa de 2014. Ele segue sendo a grande referência do time. Xhaka é quem estrutura e controla a saída e iniciativa de bola na intermediária. Dá a fluidez. Embolo, que ainda não é confirmado como titular, é o encarregado de transitar na ligação direta pelo meio e na ponta esquerda. 

Vocês lembram o que a Costa Rica fez na Copa de 2014? Todo mundo deu uma abraçada na seleção depois de conseguir eliminar Inglaterra e Itália num dos que era o grupo mais "mortal" da primeira fase de 2014. A lembrança é boa. Mas a Costa Rica de 2018, comandada por Oscar Ramírez, não oferece lá tanto perigo. Muitas peças mudaram e pouco se conseguiu manter daquele time. O sistema de jogo, hoje, para esta edição, é bem diferente.

Frente ao Brasil, a seleção que tem ninguém mais ninguém menos que Keylor Navas (Real Madrid) no gol, entra em campo no dia 22 de junho, em São Petersburgo. É para ter medo da famigerada zebra dos costa-riquenhos? 

Lá em 2014 era uma linha de cinco com o único objetivo de atazanar a vida de quem viesse pela frente. Deu trabalho. Mas mexeram em time que venceu. Hoje o que podemos esperar é uma Costa Rica mais lenta nas transições, com encurtamento de passes. Deve ser, na compactação, que o time buscará espaço para se criar em cima das saídas em velocidades do elenco de Tite. Conflitos claros de esquemas. Nada que não seja adaptado, claro.

Esta é a segunda Copa do Mundo da Sérvia. Não por falta de mérito - embora uma trapalhada bem desleal tenha a deixado de fora em 2014. A seleção é recente, dissidente da Iugoslava. Se fôssemos entrar no tópico, você reconheceria um ou outro nome - e teria medo. Mas esse é um time completamente reformado, comandado pelo jovem Mladen Krstajić. 

Brasil e Sérvia fazem o terceiro jogo da primeira fase. À esta altura, a partida pode servir só para cumprir tabela. Ou não. Os sérvios têm a favor a dupla Savic-Matic. Mitrovic, centroavante, fecha a trindade. Ainda são promessas de um futebol que começa a trilhar rumos do alto nível europeu. E podem dar trabalho para a defesa brasileira.

O último jogo da primeira fase acontece dia 27 de junho, às 15h (horário de Brasilia), em Spartak. E aí, é pra assustar?

Das três seleções, a Sérvia é a mais "obscura". Sabe-se bem sobre peças pontuais do elenco, mas pouco do conjunto da obra e do que esperar numa armação frente à armação de Tite. Fato é: a seleção ainda tem muito o que cozinhar antes de entrar em campo.

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