Quinta-feira, 20 de Junho de 2019
Craque

‘R$ 800 mil mensais, mais carro e combustível, vai?’, eis o preço de Robinho no Flamengo

Craque santista rescindiu contrato com o Milan, da Itália, e está livre para negociar com outros clubes. Com a política de “pés no chão”, mas precisando de reforços, diretoria rubro-negra avalia proposta do jogador



1.jpg Robinho está pedindo alto para vestir a camisa do Flamengo.
13/05/2015 às 11:52

E agora Flamengo, vai às comprar ou se vira com o que tem em casa? Essa pergunta vem tirando o sono dos dirigentes da Gávea e Robinho seria uma das opções para reforçar o Rubro-Negro na temporada. O problema é a política de contensão de gastos abusivos com contratações no Fla, que vai de encontro com a pedida do “Rei das pedaladas”. O craque teria pedido R$ 800 mil mensais, mais automóvel e combustível bancado pelo clube.

Robinho, que tem vínculo com o Santos até o próximo mês de junho, ainda teria pedido um contrato de cinco anos. Aos 31 anos, o jogador deve resolver seu futuro assim que retornar do Chile, onde disputará a Copa América com a Seleção Brasileira. Com proposta de Cruzeiro e do próprio Santos, o rei das pedaladas também foi oferecido ao Flamengo, no entanto, o preço está alto demais para as pretensões rubro-negras.

Por outro lado, a cúpula da Gávea vez ou outra tem de ouvir reclamações do treinador Vanderlei Luxemburgo, que pede por reforços. Por ora, os cartolas do Fla deixaram o caso Robinho em segundo plano, até que as pedidas do atleta sejam mais modestas.

O colombiano Quinteros, que está no Porto, foi oferecido e seria uma aposta viável. Porém, notícias veiculadas na imprensa portuguesa dão conta de que o Arsenal, da Inglaterra, estaria disposto a pagar alto pelo jogador. O que deixou os dirigentes rubro-negros com um pé atrás. “É complicado. São poucas opções, as que existem são caras e com condições muito difíceis de se concretizar o negócio”, afirmou Alexandre Wrobel, vice diretor de futebol do Mengo.

Outro que está com as negociações estancadas no momento é o meia Petros, do Corinthians. Se há um clube do outro lado oferecendo valores que sabemos que lá na frente não poderemos pagar, dificulta. Mas não vamos fugir da nossa filosofia. Faremos todo o esforço e seremos ousados, só que mantendo a responsabilidade”, garante Wrobel, completando “A linha que separa a ousadia da irresponsabilidade é muito tênue”.


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