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Hora da batalha

‘Guerreiro’ do Rio Negro, atacante Branco tenta surpreender o Fast no Barezão

Ainda se recuperando da batalha para chegar à semifinal, o jogador corre contra o tempo para “guerrear” contra o Fast por vaga na final do Barezão Centenário 19/10/2016 às 11:29 - Atualizado em 19/10/2016 às 13:50
Show bude
Aos cuidados do fisioterapeuta Peninha, Branco tenta estar apto a encarar o Galo nesta quarta-feira (19), na Arena (Foto: Antônio Lima)
Denir Simplício Manaus (AM)

A hora do guerreiro! O momento que nem a dor dos ferimentos de outros confrontos consegue impedir a vontade de voltar ao campo de batalha e lutar por mais duro que seja o inimigo. É com esse sentimento que Josinaldo Lima dos Santos, o atacante Branco, do Rio Negro, tenta se recuperar das “feridas” causadas nas duas últimas batalhas do Galo contra São Raimundo e Fast Clube.

Guerreiro ferido

Mostrando garra e muita força de vontade, o goleador tem sido um guerreiro dentro de campo. Mesmo com o nariz fraturado, marcou na vitória heróica do Galo sobre o Tufão. Já contra o Tricolor de Aço no jogo que valeu a vaga na semifinal, o camisa 11 deixou sua marca, mas deixou o campo com um estiramento na coxa. Aos 31 anos, Branco revela que “fechou” com o Rio Negro na luta pelo título.

“Na verdade, quando a gente entra na arena, em campo, a gente procura dar o máximo. E na situação que a gente se encontrava, na penúltima colocação quando cheguei no clube, a gente abraçou a causa mesmo”, lembra o jogador, comentando que se surpreendeu consigo mesmo ao suportar a sequência de jogos e contusões.

“Eu mesmo estou surpreso porque com jogos na quarta e sábado fica muito cansativo. Imaginar que num jogo pegado, como foi contra o São Raimundo, em que sofri uma contusão no nariz, e já no sábado estava pronto pra outra batalha contra o Fast, onde o clube precisava muito da gente, e eu ainda conseguir jogar bem e logo depois lesionar a coxa... essa é a primeira vez na minha carreira que passo por isso”, revelou.

Galo de Guerreiros

Mas as feridas de batalha não são exclusividade apenas do atacante Branco. Além do artilheiro dos gols decisivos, o Galo tenta recuperar outros guerreiros para a batalha com o Fast Clube, às 18h, de hoje, na Arena da Amazônia, valendo a vaga na final histórica do Campeonato Amazonense de número 100.

Além do camisa 11, o zagueiro Samir tenta sarar uma contratura na coxa. Abuda e Alan Bahia também sentem dores musculares. “Acho que não apenas eu sou guerreiro, mas os demais jogadores também. O Samir, que teve contusão, o Abuda, o Alan (Bahia). Todo o elenco está de parabéns por isso. Não sou só eu pelo fato de ter acontecido de ter fraturado o nariz e de ter lesionado a coxa agora, mas todos nós somos guerreiros pela situação que o Rio Negro se encontrava e onde nós deixamos hoje”, concluiu Branco.

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