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Esportes
Lembranças de Manaus

Roberto Dinamite e suas lembranças de Manaus

Presidente do Vasco fala sobre sua passagem pela cidade e como ele analisa o jogo contra o Leão 18/08/2013 às 16:00
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Presidente e maior ídolo da história do Vascão, Roberto Dinamite prega respeito total ao Nacional
Anderson Silva Manaus

O eterno ídolo e atual presidente do Vasco, Roberto Dinamite, maior jogador da história do clube já atuou com a camisa de um grande clube do Amazonas. Poucos recordam, mas o craque vascaíno - considerado o maior artilheiro do Campeonato Brasileiro e um dos poucos jogadores a ter mais de mil jogos por uma equipe – vestiu no dia 12 de dezembro de 1990 o manto barriga-preta, do Rio Negro, em partida amistosa contra o Flamengo, no estádio Vivaldo Lima.

Dinamite que aceitou o convite da diretoria do Rio Negro fez questão de vir a Manaus para enfrentar o maior rival carioca, fazendo os dois gols na derrota para o rubro-negro por 3 a 2. “Foi um amistoso em que fui convidado pela diretoria para participar. O Rio Negro foi campeão Estadual na época. Nesse período estava mais livre e fui vestir a camisa do Rio Negro. Fiz dois gols sendo um de pênalti na vitoria do Flamengo. Foi um grande jogo”, lembrou.                                                                                           

E 23 anos depois de ter vestido a camisa rionegrina e 26 anos de ter atuado no confronto contra o Nacional, na vitória do Vasco por 2 a 1, no estádio Vivaldo Lima, pelo campeonato Brasileiro de 87, agora como presidente do Vasco, Dinamite tem a meta de passar pelo Leão e buscar a vaga na Libertadores. “São etapas que tem que ser vencidas. Hoje o nosso grande adversário é superar etapas. Não posso pensar em Libertadores sem pensar única e exclusivamente no Nacional. Vai ser um jogo bastante disputado e precisamos vencer em Manaus para definir no jogo da volta no Rio de Janeiro”, afirmou o mandatário do Vasco que expressou vontade em jogar no estádio da Copa do Mundo. “Gostaria mesmo que a equipe jogasse na Arena da Amazônia. Em Manaus temos muitos torcedores do Vasco que merecem todo o nosso respeito e consideração, mas em outro momento poderemos atuar no estádio da Copa”.


Atento aos adversários que trilham o caminho do time da Colina, o clube amazonense foi alvo de pesquisas pela Internet do gestor cruzmaltino que espera que a equipe   não seja o terceiro clube da elite do futebol brasileiro  a ser eliminado pelo Leão. “Tenho acompanhado na medida do possível o Nacional que é digno de respeito. É uma equipe bem montada que eliminou o Coritiba que é um dos primeiros colocados da Série A e passou pela Ponte Preta. Precisamos ter toda atenção e cuidado, pois o Nacional precisar ter o nosso respeito”, alertou.

Quanto ao desejo da torcida amazonense em ver  Juninho Pernambucano atuar na partida da próxima terça-feira no acanhado estádio do Sesi , Dinamite faz mistério. “Essa parte fica com o técnico Dorival e o Ricardo Gomes (diretor de futebol). O Juninho tem atuado em jogos importantes e outros não tão importantes assim. Precisamos avançar e no mais espero que o Vasco possa fazer uma grande apresentação”, disso o mandatário vascaíno.

De olho no xará

A convite do Vasco da Gama, o cabeça de área do Nacional, Carlos Roberto Santos da Silva, o  Roberto Dinamite, 27, esteve junto com o pai, Ocival Prado, visitando as instalações do clube carioca, no último domingo. Batizado com o nome e sobrenome do craque carioca, o amazonense só levou o nome do xará goleador por puro fanatismo do pai. “Foi até legal. Um fato muito importante até pra mim em particular que estive com os dois (Dinamite e “sêo” Ocival). É um gesto muito legal do seu Ocival que acompanhou a minha carreira”, disse o ídolo vascaíno Roberto Dinamite.

Na busca de fazer o Dinamite da Amazônia ser reconhecido no Vasco e no Brasil, seu Ocival entregou um DVD com os principais lances do jogador para o presidente do clube. “Recebi um DVD com os principais lances do atleta e ele (Ocival) me pediu para analisar. Vou assistir juntamente com o Ricardo Gomes, mas neste atual momento temos que separar as coisas. Vou olhar e analisar depois do jogo da terça-feira. Temos que respeitar o Nacional, pois se afirmo que há interesse estarei sendo deselegante e vão pensar que estamos assediando o atleta antes do jogo”, afirmou o presidente.

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