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Rondinelli fala sobre a primeira vitória do Rio Negro no Campeonato Amazonense

O zagueiro do Galo, além de ser o capitão do time, é também o jogador mais velho, com 27 anos 13/03/2015 às 09:19
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O zagueiro Rondinelli marcou contra o Nacional Borbense
Camila Leonel Manaus

Rondinelli Valente da Silva, esse é o nome do autor do primeiro gol do Rio Negro no Campeonato Amazonense de 2015. O zagueiro do Galo, além de ser o capitão do time, é também o jogador mais velho, com 27 anos. E a experiência foi essencial para equilibrar a jovem equipe do Rio Negro no jogo contra o Borbense, na cidade de Borba (a 151 quilômetros de Manaus), após três derrotas na competição. Com um sorriso no rosto, Rondinelli diz que não se lembra exatamente como foi o gol, mas que está agradecido por poder ajudar o time.

“Eu não me recordo muito bem como foi o gol. Foi um lance rápido. Em um escanteio batido pelo Renato, nosso lateral esquerdo, à meia altura. O Serginho passou na frente do marcador, enganou ele, a bola rebateu no defensor do Nacional de Borba e subiu. No que subiu, eu só pensei em pegar ela no ar e ir do jeito que dava, aí eu meio que fiz um voleio e tive a felicidade de acertar no canto direito do goleiro”, contou.

“Eu primeiro agradeci a  Deus pela felicidade de ter feito o gol e ajudar a minha equipe e fui comemorar com a comissão técnica, até pela situação que o clube vinha e a gente soube quebrar essa barreira”, completou.

Rondinelli também agradeceu ao  grupo de torcedores de Manaus que foram ao Jabotão assistir a partida.

O gol marcado aos 32 minutos do primeiro tempo, consequentemente, trouxe os primeiros três pontos para o time, que aguentou a pressão borbense durante todo o segundo tempo.

Motivação
Desde que chegou ao Rio Negro, no início do ano, Rondinelli recebeu não só a braçadeira de capitão, como também carta branca dos treinadores para liderar e até mesmo dar “puxões de orelha” nos companheiros quando necessário.

 “Tento passar a maior tranquilidade possível. Pressão vai existir, porque jogador de futebol tem que conviver com pressão e isso serve como aprendizado pra cada um de nós e naquilo que eu puder ajudar o Rio Negro na competição eu vou ajudar, não vou baixar a cabeça de forma alguma. Vou tentar motivar meus companheiros da melhor maneira possível e me motivar também porque se eu não estiver motivado sei que eu não vou conseguir passar nenhum tipo de motivação para os mais novos”, afirmou.



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