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Rozenha quer transformar o jiu jitsu em Patrimônio Esportivo e Cultural de Manaus

Rozenha disse ainda que o projeto irá reconhecer a importância do esporte e garantir que ele seja difundido para outras gerações de manauaras. 09/02/2013 às 14:07
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De acordo com Rozenha, a cidade de Manaus é pioneira no ensino do chamado Jiu Jitsu Brasileiro
acritica.com Manaus (AM)

O presidente da Comissão de Esportes da Câmara Municipal de Manaus (CMM), o vereador Ednailson Rozenha (PSDB), irá protocolar um projeto de lei que transforma o Jiu Jitsu Brasileiro em Patrimônio Esportivo e Cultural Imaterial de Manaus. Rozenha informou que a proposta atenderá um pedido do mestre Osvaldo Alves que ajudou a popularizar o esporte com a sistematização de academias, reciclagem de professores, organização da federação, além de graduar campeões estaduais.

“Não poderia deixar de atender a um pedido do mestre Osvaldo que com o jiu jitsu resgatou sonhos de muitos jovens de Manaus. Além de aperfeiçoar as técnicas dos lutadores, ele organizou a modalidade esportiva na capital fazendo com que a luta fosse reconhecida e respeitada. O projeto do mestre Osvaldo foi abraçado por nós e lutaremos até que ele seja aprovado na Câmara de Manaus”, observou

Rozenha disse ainda que o projeto irá reconhecer a importância do esporte e garantir que ele seja difundido para outras gerações de manauaras. “Inquestionável é valor do jiu jitsu na formação de atletas campeões em nosso município, bem como indiscutível é sua relevância histórico cultural em nossa cidade, que se fez há quase 100 anos, berço deste esporte que hoje é valiosíssimo produto internacional”, observou o parlamentar.  

De acordo com Rozenha, a cidade de Manaus é pioneira no ensino do chamado Jiu Jitsu Brasileiro que aqui chegou pelas mãos do mestre Sanshiro Satake no século XIX. Em 20 de dezembro de 1915, aconteceu a primeira exibição do esporte em Manaus, no teatro Politheama, entre os dias 4 e 8 de janeiro de 1916, aconteceu aquele que é considerado o primeiro campeonato amazonense de jiu jitsu, que foi vencido pelo mestre Satake.

“É um esporte que na capital venceu o tempo e ultrapassou um século. Nada mais justo que reconhecê-lo como sendo nosso patrimônio. É importante também lembrar de que somos a única capital do Brasil a ser dirigida por um atleta desta modalidade, condecorado com a faixa preta e vermelha (coral), honraria dada a grandes mestres da arte”, concluiu.

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