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MEMÓRIAS DO PENTA

Rumo a sétima Copa do Mundo, torcedor relembra histórias do penta brasileiro

Prestes a embarcar para a sua sétima Copa do Mundo, acreano há 48 anos em Manaus, Oseias Lima relembra trajetória do penta, em 2002. 30/06/2017 às 16:29
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A última Copa do Mundo que acompanhou foi a do Brasil, em 2014. (Foto: Euzivaldo Queiroz)
Valter Cardoso Manaus

Há quinze anos, o mundo assistia Cafu erguer a taça de campeão do mundo, no Japão. O quinto título mundial da seleção brasileira foi acompanhado por milhões de pessoas pela televisão e 69.029 torcedores dentro do estádio de Yokohama. “Teve festa. Os japoneses nos abraçaram por ser o Brasil, eles diziam ‘very good, very good’”, relembrou Oseias da Silva Lima.
  Acreano de nascimento, mas morando no Amazonas há 48, o empresário lembra que os gols marcados por Ronaldo coroaram uma atuação quase perfeita da seleção canarinha. “Alemanha era um time muito alto, muito raçudo, mas os brasileiros começaram a tocar a bola e a girar a bola. Foi quando o Ronaldinho fez o primeiro gol, venceu o melhor goleiro do mundo. O Brasil surpreendeu e nós fomos pentacampeões”, reviveu ele. 

O sentimento antes da bola rolar na primeira partida, porém, não era tão otimista. Oseias lembra que o clima entre os torcedores que acompanhavam a seleção era de desconfiança. “Quando nós chegamos no Japão e na Coreia, o time não estava assim tão bom. Tinham muitas críticas sobre o time, mas depois que o Brasil começou a jogar passou a mostrar o futebol. Nas oitavas de final e nas quartas começamos a acreditar mais, começamos a fazer festa”, brincou.
Ao fim das sete partidas, a seleção brasileira, comandada por Luiz Felipe Scolari, o “Felipão”, ganhou todas e teve o melhor ataque da competição, com 18 gols marcados.
 

Experiência

A Copa do Mundo de 2002 foi a primeira realizada no continente asiático, e em dois países consecutivamente. Marcada por histórias de superação dentro de campo, a competição foi marcada também por histórias de hospitalidade, fora dos estádios.  “Foram duas culturas diferentes: o Japonês e o Coreano. Foi uma das copas em que nós conhecemos muito um povo diferenciado de outros países. Nos surpreendemos porque eles eram muito receptivos e o Brasil foi campeão com uma festa só”, explicou.

Por falar em experiência, a próxima está garantida. Oseias já garantiu presença na Copa do Mundo da Rússia de 2018. Fica a torcida para que possamos, no futuro, contar as memórias do empresário relembrando a conquista do hexa.

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