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Sábado: presidente do Naça mantém Sinomar. No domingo? Técnico é demido

No sábado presidente do clube chegou a criticar a postura de cartolas que demitem logo nos primeiros resultados negativos. No domingo a conversa foi outra  09/03/2015 às 02:03
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Presidente do Nacional mudou da água para o vinho
Felipe de Paula ---

Apesar da invencibilidade mantida na temporada até então (duas vitórias pelo Estadual contra Rio Negro e Operário) e uma vitória e um empate contra o Vilhena pela Copa Verde), o Nacional não vinha apresentando um futebol convincente diante dos adversários.

Procurado pela reportagem após o jogo contra o Paysandu, o presidente do Nacional Futebol Clube, Mário Cortez, ainda em Belém, negou que a contundente goleada diante do Papão invibializaria a permanência do treinador no Leão da Vila e fez duras críticas ao que chamou de “cultura de caboco (sic)”, a qual demanda a demissão do treinador diante de alguns poucos resultados negativos.

“É uma cultura de caboco que nunca conheceu a Europa. Aqui no Brasil acha, que perdeu tem que trocar treinador. Se for assim, nunca se arruma o time”, disparou Cortez, aparentemente bancando a permanência do treinador. Menos de 24 horas depois, anunciava a demissão do treinador.

“Entramos em contato com ele, tudo ocorreu em comum acordo. Ele concordou que deveria sair. Afinal futebol é resultado”, declarou Cortez na página oficial do clube na Internet.

Em entrevista ao CRAQUE, no entanto, ele justificou a declaração anterior e pormenorizou a decisão do clube. “Foi da diretoria (a decisão), eu só fiz homologar. Nem dei minha opinião, só ouvi. Mantenho aquilo que te falei ontem (sábado). Hoje (domingo) reuniram dez diretores e todos votaram pela saída”, disse o presidente do Leão da Vila Municipal.



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