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Solidariedade: Time de futebol americano distribui marmitas a moradores de rua no Centro

O Manaus Cavaliers entregaram cerca de 300 marmitas a pessoas que vivem na área da Manaus Moderna 22/12/2015 às 16:58
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Atletas do Cavs distribuíram marmita entre as 19h e 23h da noite no Centro de Manaus
Camila Leonel Manaus (AM)

A equipe do Manaus Cavaliers não se reúne apenas para jogar futebol americano, mas também para fazer o bem. Na noite desta segunda-feira (21), a equipe foi ao centro de Manaus para distribuir marmitas para moradores de rua. Foram 300 refeições que jogadores distribuiram em parceria com o Grupo Unidos em Cristo.

Não é a primeira vez que os Cavs se reúnem para atos solidários. O presidente do time explicou que regularmente os jogadores realizam ações sociais. “Já tivemos varias experiências no que se refere a esse tipo de ação. Já estivemos na Apae isat. Fizemos a limpeza do Parque do Mindú. No dia das crianças fizemos doação de alimentos, brinquedos e roupas em abrigo de menores. Ou seja, a cada dois meses tentamos fazer esse tipo de ação. Esse tipo de ação nós procuramos fazer a cada dois meses com nossos”, explicou Alessandro Nunes, presidente do Manaus Cavaliers.

Os atletas foram com uniforme e equipamento, chamando a atenção das pessoas que vivem na área da Manaus Moderna e até turistas que passavam pelo local.

“Fomos bem recebidos por todos. Os atletas foram equipados chamaram a atenção. Tiramos bastante foto. Inclusive fomos parados por turistas americanos que estavam passando por aquela área e não esperavam, não sabiam que aqui tinha time de futebol americano e se familiarizaram com a situação”, contou.

Os jogadores foram bem recebidos pelos moradores da região

A ideia surgiu quando o Coach Assistente do Cavs, Telson Urtiga, descobriu a ação social organizada por Jorge Simões, do Grupo Unidos em Cristo. Foi aí que o time de futebol americano resolveu apioar a ação.

“Foi por intermédio de um dos nossos diretores que chegamos até o seu Jorge que ele ia fazer e precisava de alguém para ajudar e foi quando a associação se propôs a fazer esse projeto.  Muito dos atletas não tinham essa experiência. E naquela área vivem muitos moradores de rua, muitos drogados, embriagados e familias inteiras com crianças morando embaixo de pallets, tenda improvisadas. A área do porto e bem carente e ontem pudemos dar um pouco de alento para eles”, declarou.


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