Publicidade
Esportes
Craque

Tá chegando a hora: Marín deve ter extradição encaminhada esta semana, diz jornal

A situação do ex-presidente da CBF tende a ser resolvida até a próxima terça-feira (20), quando o processo de transferência para os Estados Unidos deve ser encaminhado às autoridades da Suíça 19/10/2015 às 09:25
Show 1
Marín deve ter processo de extradição resolvido esta semana.
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Já se vão quase cinco meses desde que José Maria Marín, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e outros seis dirigentes do alto escalão da Fifa foram presos em Zurique, na Suíça, acusados de corrupção no futebol. Desde então o cartola brasileiro e seus advogados lutam para tirá-lo do cárcere. Mas parece que o próprio Marín vai aceitar a extradição para os Estados Unidos.

Pelo menos é o que diz o jornal Estado de S. Paulo. De acordo com a publicação, Marín estaria disposto a colaborar com os norte-americanos e desembolsaria a quantia de R$ 38 milhões somente com a fiança. Um apartamento pertencente ao dirigente avaliado em R$ 7,7 milhões em Nova Iorque, entraria como garantia no acordo. A decisão pelo processo de extradição deve sair nesta terça-feira (20).

Quando preso, Marín chegou a pedir recurso contra a extradição para os Estados Unidos. No entanto, percebendo que um novo pedido apenas atrasaria em meses a transferência e o manteria preso na Suíça, o dirigente teria aceitado o processo.

A intenção da defesa de Marín é pedir prisão domicliiar nos Estados Unidos. Com isso, o dirigente teria de ficar preso em seu apartamento e não poderia deixar a residência, mas essa opção o agrada mais do que permanecer na Suíça. "Ele pergunta como seria a estadia, se poderia tomar banho em seu chuveiro e dormir em sua casa", revelou pessoa próxima a Marín ao jornal.

Preso desde 27 de maio, Marín é o último dos cartolas a ter a situação resolvida nos escândalos de corrupção na Fifa.

Os outros seis envolvidos são: Julio Rocha, ex-presidente da Federação de Futebol da Nicarágua; Costas Takkas, ex-dirigente da Concacaf; Eduardo Li, ex-presidente da Confederação Costa Rica; Jeffrey Webb, que era um dos vice-presidentes da Fifa; o uruguaio Eugenio Figueredo, ex-presidente da Conmebol; e Rafael Esquivel, que presidiu a Federação Venezuelana de Futebol.


Publicidade
Publicidade