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Esportes
Nacional x Manaus

Técnico do Naça valoriza a campanha do time e ressalta a união do elenco

O treinador diz que conhece a forma do Manaus jogar, mas ressalta que o elenco nacionalino tem o seu valor 06/06/2017 às 15:54
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(Foto: Marcio Silva)
Camila Leonel Manaus (AM)

Manaus e Nacional se enfrentam às 20h de terça (6) na Arena da Amazônia, no primeiro jogo da final do Barezão. Apesar de ser estreante em finais, as armas do Manaus são bem conhecidas no Nacional, mas o técnico Arthur Bernardes acredita que esse fator não é vantagem. Isso porque ele sabe que do outro lado, Aderbal Lana também sabe a forma que o time azulino se porta em campo.

Mas apesar de saber dos pontos fortes do Gavião do Norte, Bernardes demonstra confiança no seu plantel. “Com relação ao que eles têm de positivo, nos já conhecemos e eles também nos conhecem, mas a nossa equipe é bem treinada. Aqui não se treina 12, 13 jogadores. Todo o elenco treina da mesma forma e todos correspondem aos treinos no dia-a-dia”, avaliou o técnico que destacou as boas campanhas dos dois times.

“As duas equipes fizeram por merecer. Chegaram a uma final porque tiveram uma boa campanha. O campeonato foi bem disputado com equipes que surpreenderam, como o Holanda, mas nós conseguimos surpreender também”, disse.

Os dois técnicos ainda não se encontraram. Nos dois duelos entre Nacional e Manaus, duas vitórias do Leão - 1 a 0 na primeira rodada e 4 a 2 na oitava - quando o técnico ainda era Igor Cearense. Lana assumiria o Manaus uma rodada depois.

Qualidades

Perguntado sobre o ponto forte do Nacional, Bernardes assume que a união é o principal trunfo de uma equipe. “Está mais do que provado que o trabalho se superou por si só. O fator principal é a união. Ninguém ganha nada só. Não existe o eu existe o nós e é uma prioridade no nosso trabalho. Temos humildade, respeito ao próximo e é isso que queremos mostrar em campo. Chegamos e hoje estamos disputando uma final”, disse o treinador que conseguiu vencer os olhares desconfiados no início do campeonato, mas que conseguiu fazer a melhor campanha na primeira fase e chegou à final passando pelo Princesa do Solimões.

“Nós conseguimos surpreender. A nossa equipe despertava pouco interesse, principalmente na possibilidade de se chegar numa final. Para muitos, o Nacional não tinha time para chegar nem para classificar e talvez brigar para não cair, porém nós conseguimos superar”, relembra o treinador.

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