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Torcidas prometem paz no jogo entre Nacional e Vasco

--- 18/08/2013 às 16:59
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Narraça contesta amazonenses que torcem pelo Vasco
Lorenna Serrão Manaus

Desde que foi divulgado que o Vasco seria o adversário do Nacional nas oitavas de final da Copa do Brasil, os torcedores dos dois times em Manaus não falam em outra coisa que não seja o tão esperado confronto desta terça-feira.


Felizes com o feito inédito do Leão da Vila Municipal - primeiro time do Amazonas a chegar à quarta fase da Copa do Brasil -, os nacionalinos estão confiantes quanto à vitória do Naça diante do Cruzmaltino, que disputa a Série A do Campeonato Brasileiro, mas que ainda está longe dos primeiros colocados.


Mesmo assim, os vascaínos se preparam para encontrar o Gigante da Colina em terras barés e garantem uma festa bonita, com a promessa de que mandarão muita energia positiva ao clube.


A partida entre Nacional e Vasco também trouxe à tona uma polêmica envolvendo as torcidas organizadas. Alguns nacionalinos acham um absurdo qualquer amazonense apoiar um time do Rio de Janeiro. Por esse e por outros motivos, a segurança para o jogo deverá ser reforçada.
Mas tanto o presidente da Força Jovem 26ª Família - torcida organizada do Vasco -, quanto o diretor da Narraça - uma das facções do Nacional -, garantem que vão para estádio para torcer e que a rivalidade deverá mesmo ficar somente no campo. “Vamos fazer uma festa muito bonita para mostramos que não tem só ‘amariocas’ aqui. Vamos provar que existem torcedores que apóiam e valorizam os times amazonenses”, comentou Abdon Mussa, diretor da Narraça.


Apesar das críticas, Abdon garante que não haverá ofensas por parte da Narraça, afinal de contas, o que mais importa para eles é torcer e ajudar o Nacional. “Nosso principal objetivo é incentivar o Naça, por isso vamos manter o respeito e evitar as ofensas durante a partida”.
Para Victor Augusto, líder da Força Jovem Manaus, torcer por times de outros Estados é uma questão de influência. “Tenho certeza de que a maioria das pessoas escolhe um time por influência de alguém, seja pai, mãe ou amigos. Isso (torcer por times de fora) não é de agora, já acontece há muito tempo, por isso é preciso ter respeito, cada um escolhe por quem quer torcer”, disse o líder.

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