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Tricolor contra Maradona: amazonense em campo contra o Fast na abertura da Copinha

Meia-atacante Matheus Henrique, também conhecido como Matheus Maradona, é destaque do Figueirense e vai reencontrar ex-companheiros, agora como adversário na partida de estreia do Grupo 18  03/01/2016 às 14:41
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Matheus Maradona é amazonense e um dos destaques dos juniores do Figueirense.
Denir Simplício Manaus (AM)

Como se não bastava confrontar um adversário com mais tradição na Copa São Paulo de Futebol Júnior neste domingo (3), em Taboão da Serra, interior paulista, a meninada do Fast Clube ainda têm de encarar um “velho” conhecido: Maradona.

Mas calma, não é o ex-craque argentino e, sim Matheus Henrique, um amazonense que já atuou com alguns atletas do Tricolor em outras equipes e que desde março de 2015 veste as cores do Figueirense.

Matheus Maradona, como é conhecido entre os amigos amazonenses, surgiu para o futebol por meio do Projeto Bom de Bola. Com bom estilo de jogo, o jovem atuou pelo Tarumã e logo foi parar nas categorias de base do Nacional, onde acabou se tornando artilheiro do Amazonense Infantil de 2012. De volta ao Tarumã o garoto disputou a Copa Rio Sub-17 e foi destaque do Lobo do Norte no torneio.

O brilho na competição carioca rendeu um contrato com o Bahia, onde passou dois anos e meio no Tricolor baiano. Em março do ano passado o garoto do bairro Hileia, na Zona Cento-Oeste de Manaus, fechou acordo com o Figueirense. Matheus comemorou quando soube que iria reencontrar os amigos da base na Copinha.


“É muito gratificante rever os amigos infância que sempre jogaram junto comigo. Poder jogar contra. Estou muito feliz. Quando vi que o Fast caiu na nossa chave foi uma alegria imensa pra mim”, festejou.

Porém, nem tudo será festa, o Figueira é uma das equipes mais fortes do grupo do Fast e deve ser o adversário mais difícil da primeira fase. “Vai ser uma alegria imensa reencontrar os caras. Mas agora é trabalhar aqui e que vença o melhor”, disse Matheus, que marcou o gol do título do Catarinense Sub-20 de 2015, enfatizando o que poderia melhorar na base do futebol amazonense.

“O que resolveria praticamente o problema seria ter uma boa estrutura de trabalho e tentar disputar bastante competições. O resto é só trabalhar”, concluiu.


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