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Tricolor goleia Iranduba, se classifica para as semis e técnico polemiza sobre ‘gato’ no Fast

Treinador do Iranduba, Luis Carlos Martins, afirmou que o Fast utilizou jogador irregular no primeiro turno da competição. Técnico do Tricolor citou caso de 2012 envolvendo atual treinador do Iranduba: "Ele é o rei do gato" 05/08/2015 às 21:25
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Darlan e Luis Carlos polemizaram sobre os “gatos” no futebol de base do Amazonas
Anderson Silva Manaus (AM)

A vitória do Fast sobre o Iranduba por 4 a 1, dentro das quatro linhas,  ganhou ar de polêmica fora dela, ao final do jogo, realizado no campo da Ulbra, que garantiu a vaga do Rolo Compressor nas semifinais.

Expulso de campo pela arbitragem, o técnico do Iranduba, Luiz Carlos Martins creditou a derrota da equipe na arbitragem e acusou o Fast de utilizar um jogador com idade alterado no Campeonato Juniores. O famoso “gato”.

“Ninguém pode falar nada com o árbitro. Se ofende é expulso e se reclama é expulso. Sempre o grande leva vantagem. O atacante do Fast, Felipe Leite, é “gato”. Jogou o primeiro turno todinho irregular. Ele é 94 e estava jogando como 97. Em 2012, o Libermorro utilizou jogadores com carteirinhas de outros jogadores contra o Nacional e eu fui trucidado. Disseram que eu estava fazendo gatos”, desabafou o treinador. 

“Sempre o grande tem vantagem. Um time com pouco investimento não tem a menor chance contra um grande. Mas vamos continuar treinando e incomodando”, avisou.

‘Ele é o rei do gato’

O técnico do Fast Darlan Barroso é o principal responsável pelo sucesso do time que nos últimos anos tem se destacado no futebol local e regional.

O treinador questionou as acusações do técnico do Iranduba, ao final da partida. “Se o Fast tiver um gato aqui que ele prove. Porque ele é o rei do Gato. Manaus toda sabe que ele é o rei do gato. Se tiver algum gato aqui que ele prove”, disse o técnico, lembrando do caso dos jogadores do Libermorro que jogaram com idade adulterada na Categoria Infantil.

O Tigrão do Morro foi punido pela 1ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva do Amazonas (TJD-AM) com 720 dias de suspensão, além da perda de pontos do campeonato daquele ano.

Com a punição, o Libermorro acabou ficando fora da decisão do Estadual infantil.

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