Domingo, 17 de Novembro de 2019
PARABADMINTON

Trio amazonense volta da 2ª Etapa Nacional de Parabadminton com 6 medalhas

Ao todo, Mikaela, Yasmin e Johnatta conquistaram três medalhas de ouro, duas de pratas e mais uma de bronze



WhatsApp_Image_2019-07-22_at_16.47.23_6380E9EB-ADF6-4F95-8734-9621F58CD29C.jpeg Foto: Divulgação
22/07/2019 às 21:20

De sexta-feira (19) até domingo (21), aconteceu a II Etapa do Nacional de Parabadminton, em São Paulo, no Centro Paraolímpico Brasileiro. A competição contou com 58 atletas de todo o Brasil e o trio amazonense formado por Mikaela Almeida, Yasmin Oliveira e Johnatta Gomes obteve ótimos resultados. Comandados pelo treinador Fernando Taffarel, os três foram responsáveis pelas conquistas de três ouros, duas pratas e um bronze para o estado.  

No torneio, que também valeu para a obtenção de pontos no ranking nacional, Yasmin Oliveira foi capaz de conquistar dois ouros. Jogando pela classe SS6 - categoria destinada aos atletas de baixa estatura -, a manauara ficou no lugar mais alto do pódio tanto na disputa individual quanto em dupla mista. 



Para Mikaela Almeida, o nacional serviu de preparativo para o Parapan-Americano 2019. Com vaga garantida no evento multiesportivo que acontece em Lima, no Peru, Mikaela conseguiu um ouro na dupla simples, uma prata na individual e um bronze na dupla mista. Disputando pela classe SU5 - referente aos jogadores com deficiências nos membros superiores -, ela foi a amazonense que mais medalhou no toneio.  

Já Johnatta Gomes, que atuou pela classe SL4 - destinada aos atletas com alguma deficiência nos membros inferiores -, conquistou uma medalha de prata na disputa de duplas simples. Como joga ao lado do paranaense Renan Augusto, Johnatta disse que o momento para treinos com o parceiro esteve restrito ao período de competição. “Estou contente com os resultados obtidos. Foram bons jogos e serviram de incentivo para que possamos melhorar e trabalhar”, avaliou o atleta.

Esforço que valeu

Com dificuldades para conseguir patrocínios, os atletas precisaram recorrer às rifas e aos próprios recursos a fim de que os custos da viagem fossem resolvidos. Embora uma jogadora tenha tido acesso ao bolsa atleta, foi necessário um apoio financeiro aos outros dois amazonenses. “Tivemos que vender rifas para nos mantermos na viagem. Se tivéssemos uma ajuda só em períodos de competições, já seria um baita auxílio”, afirmou Johnatta, medalhista na competição.

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Repórter do Craque
Jornalista em formação na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e repórter do caderno de esportes Craque, de A Crítica. Manauara fã da informação e que procura aproximar o leitor de histórias – do futebol ao badminton.

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