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'Tubarão quer água': diretoria do Princesa levou atletas para balneário antes do jogo

A exemplo do grito eternamente entoado pelos irmãos Brasil e Américo, torcedores do Princesa, diretoria do Tubarão levou jogadores a banho para aliviar as tensões antes da partida contra o Fast 09/06/2015 às 09:02
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Rafael Maddy teve a ideia; reportagem não conseguiu contactar diretor
Felipe de Paula Manaus (AM)

Após uma exaustiva campanha de nada menos que 20 jogos, quase todos disputados em Manaus em função da demora na reforma do Gilbertão, em Manacapuru (distante a 68 quilômetros de Manaus), o Princesa do Solimões conseguiu uma classificação heróica para a final do Amazonense diante do Fast Clube, no último domingo, na Colina. Será a terceira disputa de título do Estadual em três anos seguidos com o Nacional.

O choro de emoção do técnico Zé Marco e de alguns jogadores após a classificação simbolizou uma campanha de altos e baixos, com polêmicas, boatos e rusgas internas tomando conta das discussões sobre o time, cuja tensão se fazia visível nos jogos de menor até os de maior importância ou dificuldades para o time de Manacapuru.

Diante de tamanha pressão, jogadores do Tubarão revelaram que no sábado que antecedeu a partida, geralmente utilizado pelos treinadores para acertar os últimos detalhes antes do jogo, como ajustes no posicionamento, bola parada e jogadas ensaiadas, a diretoria do clube resolveu fazer um esquema diferente: levar os jogadores para um conhecido balneário da Terra da Ciranda para afastar a tensão da véspera da partida decisiva.

A exemplo do grito eternamente entoado pelos irmãos Brasil e Américo, torcedores do Princesa, Tubarão queria água! “Foi uma coisa que gente não esperava. Uma coisa maravilhosa, que nos tirou um pouco o foco no estresse do trabalho na semana, que foi muito proveitoso. A maioria de nós mora longe da família e isso é muito bom para o atleta. A diretoria está de parabéns pelo que fez pela gente”, disse o meia Lei, que fez um dos gols da classificação.

Outro que acredita que a ação do clube contribuiu para o bom rendimento da equipe foi o volante Deuciney. “Véspera de jogo geralmente é dia de treinar bola parada, posicionamento. Nosso diretor de futebol (Rafael Maddy) optou por esquecer isso, descontrair, desfocar e descansar um pouco para voltar com força total no jogo.

Contou muito para a vitória”, disse o jogador, que chega a sua terceira final de Amazonense consecutiva, já que foi campeão com o time em 2013 e vice em 2014. Ontem, o Princesa folgou e se reapresenta hoje visando   o confronto contra o Nacional, pela final do Amazonense, cujo primeiro jogo será neste sábado, às 15h, na Arena da Amazônia.



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