Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2020
Craque

'Tubarão quer água': diretoria do Princesa levou atletas para balneário antes do jogo

A exemplo do grito eternamente entoado pelos irmãos Brasil e Américo, torcedores do Princesa, diretoria do Tubarão levou jogadores a banho para aliviar as tensões antes da partida contra o Fast



1.jpg Rafael Maddy teve a ideia; reportagem não conseguiu contactar diretor
09/06/2015 às 09:02

Após uma exaustiva campanha de nada menos que 20 jogos, quase todos disputados em Manaus em função da demora na reforma do Gilbertão, em Manacapuru (distante a 68 quilômetros de Manaus), o Princesa do Solimões conseguiu uma classificação heróica para a final do Amazonense diante do Fast Clube, no último domingo, na Colina. Será a terceira disputa de título do Estadual em três anos seguidos com o Nacional.

O choro de emoção do técnico Zé Marco e de alguns jogadores após a classificação simbolizou uma campanha de altos e baixos, com polêmicas, boatos e rusgas internas tomando conta das discussões sobre o time, cuja tensão se fazia visível nos jogos de menor até os de maior importância ou dificuldades para o time de Manacapuru.



Diante de tamanha pressão, jogadores do Tubarão revelaram que no sábado que antecedeu a partida, geralmente utilizado pelos treinadores para acertar os últimos detalhes antes do jogo, como ajustes no posicionamento, bola parada e jogadas ensaiadas, a diretoria do clube resolveu fazer um esquema diferente: levar os jogadores para um conhecido balneário da Terra da Ciranda para afastar a tensão da véspera da partida decisiva.

A exemplo do grito eternamente entoado pelos irmãos Brasil e Américo, torcedores do Princesa, Tubarão queria água! “Foi uma coisa que gente não esperava. Uma coisa maravilhosa, que nos tirou um pouco o foco no estresse do trabalho na semana, que foi muito proveitoso. A maioria de nós mora longe da família e isso é muito bom para o atleta. A diretoria está de parabéns pelo que fez pela gente”, disse o meia Lei, que fez um dos gols da classificação.

Outro que acredita que a ação do clube contribuiu para o bom rendimento da equipe foi o volante Deuciney. “Véspera de jogo geralmente é dia de treinar bola parada, posicionamento. Nosso diretor de futebol (Rafael Maddy) optou por esquecer isso, descontrair, desfocar e descansar um pouco para voltar com força total no jogo.

Contou muito para a vitória”, disse o jogador, que chega a sua terceira final de Amazonense consecutiva, já que foi campeão com o time em 2013 e vice em 2014. Ontem, o Princesa folgou e se reapresenta hoje visando   o confronto contra o Nacional, pela final do Amazonense, cujo primeiro jogo será neste sábado, às 15h, na Arena da Amazônia.




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