Domingo, 05 de Julho de 2020
BAREZÃO 2020

Tufão e Maurício Stronda tentam quebrar marcas negativas contra o Hulk

Enquanto São Raimundo quer voltar a vencer na Colina depois de mais de três anos, atacante quer marcar o primeiro gol com a camisa alviceleste. Partida que vai valer pela quarta rodada do Barezão inicia às 18h



WhatsApp_Image_2020-02-01_at_13.28.34_BF92C284-1386-4BB1-BA05-623544DEFB47.jpeg Foto: Denir Simplício
01/02/2020 às 15:26

Mais um final de semana de Barezão 2020 nos estádios barés. Hoje, às 18h, São Raimundo e Iranduba duelam no Ismael Benigno, a famosa Colina, pela quarta rodada do Campeonato Amazonense. Em quinto, uma posição abaixo da zona de classificação para as semifinais do primeiro turno, o Tufão da Colina encara o vice-lanterna Hulk, que ainda não venceu no torneio.

Para entrar no ‘G4’, o time de Anquimar Moreira, o Mazinho, só depende de si. A entrada para o público será liberada, mas por conta do conflito de torcidas no jogo contra o Fast, não será permitida a entrada de faixas, instrumentos e materiais alusivos às torcidas organizadas do Tufão. 



Além da ausência de ‘barulho de apoio’, a equipe azulina vai precisar quebrar um tabu que já dura 1.228 dias. Jogando na Colina, o São Raimundo não vence desde 21 de setembro de 2016, quando derrotou o Nacional Borbense por 5 a 2.

Para quebrar o tabu

Se o São Raimundo tenta quebrar uma marca negativa em relação ao estádio da Colina, um jogador da equipe também almeja ‘virar a página’ neste sábado. Maurício ‘Stronda’, que foi artilheiro da Série B do Amazonense em 2019, vestindo a camisa do Clipper - foram seis gols marcados -, ainda não marcou pelo Tufão em três partidas.

“Todo tabu é feito para ser quebrado. Não sabia desse fato, mas a gente precisa vencer hoje para almejar situações maiores no campeonato. Então a gente conseguindo essa vitória para entrar no G4, também quebraremos o tabu. Empenho e dedicação não vão faltar”, afirmou Stronda, que entende a cobrança por parte da torcida em relação à falta de gols.

“Sinto que estou fazendo partidas boas, mas centroavante vive de gols. Enquanto eu não marcar o primeiro com a camisa do Tufão, vou estar sendo pressionado e criticado. Mas estou tranquilo, trabalhando forte para, na hora certa, quando sair o primeiro, eu conseguir fazer mais”, comentou o atacante.

Histórico indesejado

O adversário desta noite, por outro lado, tem motivos para sorrir no encontro, dado às boas lembranças de um passado recente. Além de levar a melhor no histórico do confronto - oito vitórias contra quatro do Tufão -, em 2012, o Iranduba foi algoz do São Raimundo na semifinal do returno do Campeonato Amazonense. No estádio do Clube do Trabalhador do Sesi, o Hulk derrotou o São Raimundo  por 3 a 1 e ficou com a vaga na final, onde enfrentaria o Fast, que acabou levando a melhor na ocasião.

Embora o histórico anime, a campanha do Iranduba no atual Barezão é preocupante. A equipe ainda não venceu e é seria candidata ao rebaixamento. Em três partidas, foram duas derrotas e um empate, fora de casa, contra o Penarol. Resta saber se hoje, fora de casa, o time esmeraldino também vai aprontar.

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Repórter do Craque
Jornalista em formação na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e repórter do caderno de esportes Craque, de A Crítica. Manauara fã da informação e que procura aproximar o leitor de histórias – do futebol ao badminton.

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