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Esportes
Maratona Aquática

Ultramaratonista amazonense, Vitor Gadelha, embarca para competir na Europa

Vitor Gadelha viaja no dia 19 para disputar duas provas na Europa e falou sobre a preparação para o Oceanman 14/06/2018 às 19:38 - Atualizado em 14/06/2018 às 19:46
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Foto: Márcio Silva
Camila Leonel Manaus (AM)

O ultramaratonista aquático Vitor Gadelha embarca na próxima semana para disputar duas provas na Europa: a Lake Orta, na Itália, dia 23 e a Oytilo Bay, na Grécia dia 1° de julho. 

As duas competições fazem parte do Oceanman, um dos circuitos de maratonas aquáticas mais famosos da Europa da qual Vitor é embaixador desde o início do ano. A prova da Itália tem 14 quilômetros, a da Grécia, 10 km e além de mostrar velocidade e resistência nas águas europeiras, Vitor precisará descansar para não se desgastar tanto com duas provas com espaço de uma semana.

“Eu tenho feito uma media de 50 km por semana fora academia, fisioterapia e acompanhamento psicológico e nutricional quanto ao desgaste, o meu treinador Samir Barel tem conversado comigo para que eu confie na minha capacidade”, explica.

No ano passado, Vitor fez a sua primeira prova no Velho Continente. Nadou 33 km na Itália e a prova serve de bagagem e motivação para os novos desafios. Lições que ele diz que usará nas provas que competirá no fim do mês.

“Eu acho que a principal lição é confiar bastante em mim. Na última prova gente previa 8h de prova e veio um vento forte e fiz a prova em 11h, então foi muito psicológico, muito acreditar que eu conseguia ir. Esse é o maior diferencial que tem”, relembra.

Além dos países diferentes, Vitor relata que a mudança de temperatura será uma grande diferença entre as duas provas, mas como as competições acontecem no verão europeu, o atleta garante que a temperatura não será um problema.

“A água lá é um pouco mais fria, mas como é verão não tem tanta diferença. O que diferencia essa prova do ano passado é que essa é em um lago e a água é mais pesada e ao mesmo tempo não tem corrente, então facilita um pouco. Na Grécia vai ser melhor porque estará mais ou menos a mesma temperatura do Rio Negro”, diz.

Além de treinar as braçadas, Vitor diz que nos últimos tempos tem treinado também o inglês. Um dos ofícios dos embaixadores da competição. “Eu preciso treinar o inglês uma vez ou outra por causa de algumas promoções dos eventos, mas é tranquilo. Como embaixador fico muito feliz de participar e estar podendo levar o Brasil cada vez mais longe, então a minha ideia e estar no pódio”, concluiu.

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