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Esportes
Quase na liderança

Vôlei Nestlé/Osasco vence São Cristóvão/São Caetano por 3 a 0, na Arena Amadeu Teixeira

Com bom público, torcedores assistiram à vitória tranquila do Vôlei Nestlé. Ao fim do jogo, as estrelas dos dois times tiraram muitas fotos com a torcida. 08/01/2017 às 00:42 - Atualizado em 08/01/2017 às 14:53
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Vôlei Nestlé / Osasco mostrou superioridade, e está na cola do líder Rexona/Sesc no alto da classificação da Superliga. (Foto: Antônio Lima)
Jéssica Santos Manaus - AM

Com o placar arrasador de 3 sets a 0, o Vôlei Nestlé (SP) começou o ano de 2017 com vitória sobre o São Cristóvão/São Caetano (SP), na noite deste sábado (7), na Arena Amadeu Teixeira, Zona Centro-Sul de Manaus. O Vôlei Nestlé venceu o primeiro set por 25x16, o segundo, por 25x20, e o último, por 25x15.

Diante de 4.079 pessoas nas arquibancadas, o Vôlei Nestlé, das estrelas Dani Lins, Gabi e Camila Brait, mostrou a superioridade esperada. A partida ocorrida em Manaus foi válida pela primeira rodada do returno da Superliga feminina 16/17. 

O Vôlei Nestlé (30 pontos) briga pela primeira colocação com o Rexona Sesc (31pontos) que, por sua vez, jogará na segunda (9) contra o Fluminense. 

Manaus vai receber ainda pela Superliga Feminina o São Caetano x Rexona, no dia 3 de fevereiro, e pelo Masculino Taubaté x Juiz de Fora, no dia 11 de março, segundo o titular da SEJEL, Fabrício Lima. O recorde de público da temporada 16/17 da Superliga feminina de vôlei continua sendo o do jogo São Cristóvão/São Caetano x Dentil/Praia Clube, realizado em novembro, em Manaus. Na ocasião, o público foi 4.765 pessoas.

Melhor jogadora da noite
Escolhida a melhor jogadora da partida, a ponteira do Vôlei Nestlé, Gabi, ficou muito feliz com o prêmio e com o carinho da torcida em Manaus. A entrega do Troféu Viva Vôlei foi feita pela medalhista paralímpica Laiana Batista. 

“O carinho do público foi uma motivação a mais para gente, e estamos bem felizes. Foi um jogo bonito e conseguimos os três pontos. O returno ainda é longo, tem bastante coisa para ser feita", disse Gabi.

Estrelas do jogo
A campeã olímpica, Dani Lins, foi um dos destaques da partida e fez, inclusive, o ultimo ponto do jogo. Após a partida, ela comentou sobre a torcida e também sobre a vitória em Manaus. "Foi bom começar o ano fazendo 3 pontos pra dar continuidade a essa boa campanha que estamos fazendo. Quanto à torcida, nós nos sentimos em casa jogando em Manaus , e se tiver outro jogo aqui, vamos vir sim", disse a levantadora do time, Dani Lins. 

Outra estrela que brilhou no Vôlei Nestlé foi Camila Brait. Ao ser questionada se iria torcer contra o primeiro colocado, Rexona Sesc, na segunda-feira, ela disse que o time não tem esse hábito e foca mais em si próprio mesmo. "A gente não fica secando, agourando não. Focamos na gente e, apesar de estarmos bem, ainda precisamos melhorar muita coisa para chegar aonde a gente quer", destacou.

A levantadora Diana foi um dos destaques do time São Cristóvão/São Caetano, mas apesar do esforço dela e do time, o resultado para o São Caetano foi ruim, e a jogadora atribui o desempenho insatisfatório à falta de atenção do time. "Nosso time estava precisando se encontrar melhor dentro de quadra, minimizando nossos erros, porque sabemos que precisamos ter uma concentração maior para jogar contra esses grandes times. Mas estamos confiantes que podemos nos classificar entre os oito melhores times para brigar nos play-offs", disse Diana.

Técnicos avaliam a partida

Os bloqueios foram fundamentais para o sucesso do Vôlei Nestlé. (Foto: Antônio Lima/ SEJEL)

O técnico Luizomar de Moura, do campeão da noite, Vôlei Nestlé, disse que sairá de Manaus feliz. " A equipe entrou muito concentrada, trabalhou bem na volta do recesso, mas acho que o sentimento com o qual saímos daqui de Manaus é o desse carinho, da satisfação de sermos recebidos pelo povo amazonense, pois, desde quando chegamos só recebemos palavras de incentivo", destacou.

Para o técnico do São Caetano, Hairton Cabral, a condição física das jogadoras influenciou no jogo. Mas, ele ainda acredita que a equipe pode evoluir nas próximas partidas e subir colocações até o final da Superliga.

“Jogar com o Nestlé, que vem ganhando inclusive do Rexona, é bem difícil, mas para a gente contou muito a condição física. No final do primeiro turno a gente deu uma folga maior, quase 15 dias, então sabíamos do risco de não estarmos 100%. Nosso próximo jogo será contra o Minas em casa, e esperamos um melhor resultado”, disse. 

 

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