Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020
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Wakeboarder Teca Lobato brilha no Rio Negro em passagem pelo Amazonas

A atleta veio a Manaus para flutuar sobre as águas dos nossos rios e mergulhar em novos projetos



ANT_NIO_LIMA__5_.JPG Teca é oito vezes campeão brasileira da modalidade, além de jornalista e pintora. Fotos: Antônio Lima
11/06/2017 às 05:00

O currículo é invejável: oito vezes campeão brasileira de wakeboard, professora, artista e jornalista.  Cheia de talentos, Teca Lobato veio a Manaus, na última semana, em busca renovar as inspirações. “O que me motivou a vir foi uma série de fatores porque  um dos  melhores lugares do mundo para andar de wake é aqui, eu tenho certeza disso. Não só pelas condições, porque aqui tem temperatura, clima, temperatura da água, é impressionante. Isso, para nós, é  muito diferente”, explicou a mineira, acostumada com montanhas e água gelada, que encontrou no Amazonas também, o calor humano. “O estilo de vida  da galera aqui me atrai, combina comigo, eu gosto, e eu pinto também e procuro referências em povos nativos. Esses pontos foram os principais: vir pintar e vir andar de wake”, completou ela. 

Apesar de ser a quinta vez que desembarca em solo baré, Teca destacou que esta foi a primeira vez em que realmente conseguiu ter contato com a essência da região. Com e sem prancha nos pés, a atleta mergulhou de cabeça em busca de novas experiências. “Eu achava que  conhecia, mas eu não conhecia nada. Da última vez nós ficamos muito no rio e  muito em função do esporte. Agora não, teve Presidente Figueiredo, que  foi uma surpresa maravilhosa, teve a tribo que nós visitamos, fizemos bons amigos lá. Eu nunca imaginei que isso fosse acontecer, foram pessoas especiais que eu conheci. Então eu conheci um pouco do que eu queria e, principalmente, viver a vida ‘fluvial’ aqui, em um  flutuante”, explicou ela em um flutuante localizado no Tarumã.



Novidades
Na nova estadia no Amazonas, Teca trouxe também uma equipe de produção para registrar cada passo, e manobra, na região. As imagens fazem parte de um novo projeto da wakeboarder, se distanciando um pouco da vertente mais competitiva do esporte, após 14 anos de sucesso, incluindo os títulos nacionais e medalha de bronze e prata nos jogos Sul Americanos de Medellín, Colômbia e Santiago, Chile respectivamente.

“A carreira de um atleta dos esportes de prancha tem duas vertentes: tem a de competição, que você tem que treinar e se dedicar de uma forma mais exclusiva; e tem a vertente de estilo de vida, que é a que você produz material, fotos e  vídeos  para mídias diversas. Até pela mudança na fase da vida e também pelas coisas que eu estou buscando, essa questão do filme, de produzir conteúdo, se tornou mais relevante. Porque eu sempre gostei disso, isso sempre me acompanhou, eu sempre gostei de fazer matéria e tudo mais, mas eu tinha os campeonatos. Agora eu senti que eu posso me dedicar exclusivamente, a estes projetos. Vir para a Amazônia foi inaugural, no sentido de unir meus hobbies e buscar coisas bonitas, imagens lindas e é um lugar que não tem o que dizer, ele unifica todos os meus sonhos”, finalizou a atleta que, apesar de não ter definido o formato do material, já se mostra feliz com o resultado. Mas convenhamos, com manobras desse nível, neste cenário, não tem como dar errado mesmo.




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