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REVELAÇÕES

Após eliminação, Weverton minimiza susto e diz que pancada no braço não foi nada grave

Na volta para casa, elenco do Tubarão conta sua versão de lances polêmicos que culminaram na eliminação do time em Gurupi 17/07/2017 às 20:38
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(Foto: Evandro Seixas)
Camila Leonel Manaus (AM)

Após a eliminação, o Princesa do Solimões enfrenta a longa saga de voltar para casa. O time saiu de Gurupi, no interior do Tocantins, às 12h (de Manaus) e chegou à capital amazonense às 23h. No caminho, reflexões e explicações sobre o que aconteceu no estádio Resendão na partida entre Princesa e Gurupi, que eliminou o time amazonense da Série D do Brasileirão.

“Foi um jogo de muita raça e fé em Deus. Corremos demais jogamos muito e mesmo com menos dois tivemos chance de fazer o segundo gol. O time deles é muito limitado, muito abaixo e foi isso o que aconteceu. Numa bola aérea fizeram 1 a 1 e não tivemos mais força para fazer o segundo gol que a gente precisava”, resumiu o zagueiro Pastor, que foi um dos personagens do jogo ao ser expulso aos 25 minutos do segundo tempo por retardar o reinício da partida. 

Com o cartão vermelho do zagueiro, o Princesa ficou com nove jogadores em campo já que o também zagueiro Eric havia sido expulso com 12 minutos do primeiro tempo, após falta dura em jogador do Gurupi.O defensor argumenta  e diz que o cartão foi dado enquanto ele se posicionava para bater um tiro de meta, a pedido do goleiro Rasci, que havia sentido a coxa.

“O Rasci sentiu a coxa, caiu foi atendido e pediu para eu bater o tiro de meta. Ajeitei a bola, posicionei o pé e dei três passos. O juiz achou que eu estivesse fazendo cera e não foi nada de cera. Eu só me posicionei e o juiz foi dar amarelo me intimidando. Aí, dei os três passos para bater o tiro de meta e o juiz já foi puxando o cartão vermelho. Foi simplesmente assim. Uma expulsão desse jeito, sem noção.O juiz foi de má fé”, explicou Pastor.

Fora da partida, Pastor e Eric, assistiram da porta do vestiário o gol de Batata. “A entrada do vestiário é bem próxima ao campo e deu pra acompanhar quando vimos o lance do gol, o desânimo bateu”, finalizou o defensor do Tubarão.

Em toda a série D, o Princesa levou quatro cartões vermelhos, três deles só nas duas partidas contra o Gurupi. Toró foi expulso no jogo da ida, Eric e Pastor no jogo da volta. Na primeira fase, apenas Imperador havia sido expulso na partida contra o Real Ariquemes, ainda na primeira rodada.

Céu e Inferno

Outro jogador que viveu um inferno em Gurupi foi Weverton, que teve uma lesão no braço direito minutos depois de fazer o gol que, até então daria a classificação ao Tubarão. A princípio a suspeita era de fratura, mas exames comprovaram apenas uma pancada. “Passou um monte de coisa na minha cabeça vendo meu braço do jeito que estava. Pensei que ia passar por uma cirurgia e fiquei com medo, mas graças a Deus não aconteceu nada de grave. Infelizmente, o nosso time saiu da competição e agora é melhorar, se recuperar bem, ver algumas propostas  e ver o que tem de melhor para mim”, disse o camisa 20 do Princesa.

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