Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
Amazônia

Defesa Civil envia 16 toneladas de alimentos para municípios atingidos pela cheia no AM

Municípios estão localizados na calha do Juruá, Sudoeste do Amazonas. Cerca de 8 mil famílias devem ser atendidas. Medicamentos, mantimentos para abrigo e hipoclorito de sódio ainda serão enviados



1.jpg Embarque de 16 toneladas de alimentos para os municípios atingidos pela cheia
09/02/2015 às 16:36

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Em situação de emergência por conta da cheia no Amazonas, cerca de 8 mil famílias de cinco municípios da calha do Juruá irão receber 16 toneladas de alimentos da Defesa Civil do Amazonas. O primeiro embarque ocorreu nesta segunda-feira (9) no Terminal 2 do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, o “Eduardinho”. Medicamentos, suprimentos de ajuda humanitária e hipoclorito de sódio também serão enviados nesta semana por via aérea e fluvial, segundo o órgão.



De acordo com Defesa Civil, a aeronave responsável por transportar os produtos foi fretada pelo Governo do Estado. Entre os alimentos a serem entregues estão arroz, feijão, farinha, água mineral e sal, usado principalmente para preservar alimentos.

A quantidade de alimentos deve atender cerca de 40 mil pessoas que vivem em Ipixuna, Guajará, Envira, Eirunepé e Itamarati, no Sudoeste do Estado. Os cinco municípios estão em estado de emergência pela cheia do Rio Juruá. A cota do rio já atingiu 13,52 metros, quatro centímetros a mais que em 2014.

Segundo o Secretário Executivo de Ações da Defesa Civil, coronel Roberto Rocha, as ações de ajuda irão se estender até o terceiro ciclo previsto para encerrar em julho, época que a cheia atinge o nível máximo.

“A cheia no Amazonas é dividida em três ciclos, sendo que o primeiro já começou e vai até março. Durante todo este período faremos ações de socorro. A base para distribuição de produtos ficará em Eirunepé. Amanhã (10) levaremos mantimentos para abrigo como redes, toalhas e lençóis por via fluvial e medicamentos e hipoclorito de sódio por via aérea”.

Alto Solimões

Rocha ainda afirma que a região do Alto Solimões está em alerta máximo. Até a terça-feira passada, o rio estava a dois metros acima do nível registrado em 2014. “Essa área compreende os municípios de Tabatinga, Benjamin Constant, Atalaia do Norte e São Paulo de Olivença. É uma região que está sendo bastante castigada pelas chuvas. O Sul da Colômbia também continua recebendo muita chuva, onde deságua os rios colombianos na região do Alto Solimões”, explicou.


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