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Ibama e CREA realizam fiscalização em Áreas de Preservação do Amazonas

As fiscalizações estão sendo feitas nos empreendimentos onde existem os sauim-de-coleira, como forma de preservar a espécie símbolo de Manaus 21/01/2015 às 11:24
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A ação é uma forma de saber sobre os procedimentos onde estão sendo construídos estradas, comercio e próximos à APP
Perla Soares Manaus (AM)

A preocupação com o símbolo da cidade de Manaus ser extinto, órgãos unem força para fiscalizar fiscalizações em empreendimentos onde existe os sauim-de-coleira (saguinus bicolor).  

Devido a observação de apenas um órgão reagir de forma isolada e não surgir efeito, os órgãos realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (CREA AM) e Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade resolveram integrar as instituições e em uma operação que no segundo dia mais de 10 locais foram visitados pelos órgãos”.

Ações

O coordenador Diogo Lagroteria disse que a ação é uma forma de saber sobre os procedimentos onde estão sendo construídos novas estradas, comercio e em áreas onde esses empreendimentos são sobrepostos com Áreas de Preservação Permanente (APP) de ocorrências do sauim-de-colera (saguinus bicolor). “Estamos observando que é uma espécie hedemica daqui da cidade e criticamente ameaçada de extinção, a gente vai observar se ritos processuais estão sendo aplicados de forma correta e se estão sendo segundos, esse primeiro momento é observar para depois ser notificado caso seja encontrados irregularidades”, disse.

De acordo com Diogo, durante as visitas é constatado se houve o levantamento de fauna, o plano de resgate e translocação de espécie, pois essas medidas tem que ser tomadas para preservar essas espécies que esta criticamente ameaçada de extinção.

Diogo explicou ainda que áreas como condomínios é um risco grave para o saium de cólera, por mais que não sejam grandes, são áreas que precisam ser preservadas.

“Essas áreas são corredores, por mais que sejam áreas continuas muito grandes, são áreas que os grupos de sauins usam para se deslocar e muitas vezes para chegar a áreas maiores”, comentou.

Fragmentação

O coordenador ressalta que tem percebido em Manaus, que essas áreas vem sendo fragmentadas por empresas, indústrias e estradas. “Muitas vezes o órgão consegue resolver com passagem de fauna, com a manutenção da área mínima verde para servir de corredor. Então por mais que sejam área pequenas para o sauim significa muito”, disse Diogo.

O coordenador do IBAMA ainda destacou que o reflexo para o mundo sobre a Cidade de não estar preservando uma espécie que representa Manaus.

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