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Jogo desenvolvido em Manaus alerta para a poluição mundial

Game possui caráter educativo e tem como objetivo conscientizar enquanto se diverte 10/03/2015 às 22:55
Show 1
Emília de Miranda Monteiro Pontes, do curso de Design da Faculdade Martha Falcão e uma das criadoras do game
Jornal A Crítica ---

Melecas radioativas, sacos de plásticos que se transformam em água vivas ameaçadoras e outras criaturas mutantes criadas do lixo fazem parte do cenário onde se passa o Death Sea (Mar Morto, na tradução para o português), jogo educativo que alerta os jogadores para os riscos que a poluição mundial nos oceanos, mares, rios e lagos do mundo.

“Eu e mais quatro alunos desenvolvemos um jogo para o sistema Android, um jogo de infinity run que tanto diverte quanto conscientiza sobre a poluição dos mares, rios e lagos e as suas consequências”, explica a acadêmica do 4º Período do Curso de Design da Faculdade Martha Falcão, DeVry, Emília de Miranda Monteiro Pontes, de 20 anos.

Ainda segundo Emília Pontes, a pessoa se diverte e vai se conscientizando da necessidade de preservar o meio ambiente. “Porque se não parar de jogar lixo o futuro pode ser esse que mostramos no jogo, que se passa no ano de 2045 quando a terra está destruída pela poluição.

Death Sea se passa no futuro onde mares e rios são contaminados pelo lixo e a radioatividade produzida pela humanidade”, explicou a estudante.

O Death Sea foi criado a partir de um projeto final de um curso de seis meses de duração promovido pela Samsung Ocean, que reúne alunos de várias faculdades do Amazonas. Emília Miranda foi selecionada entre 700 candidatos como uma das designers apta para o aprendizado sobre jogos em Smartphones na Ocean.

O Jogo

Os oceanos, mares, rios e lagos foram atingidos por radiação e detritos. Os peixes nadam pela sobrevivência enfrentando inúmeras aberrações mutantes produzidas pela poluição. Nesse cenário, o jogador (o peixe) tem que sobreviver enfrentando os perigos que vai encontrar pela frente passando por quatro fases com níveis crescentes de dificuldades. Ganha quem fizer mais pontos. Sistema“O Death Sea é focado no acelerômetro touch e botões para o uso dos Power ups, o que deixa o game play mais dinâmico”, informa a estudante da Faculdade Martha Falcão/DeVry, que junto com os outros integrantes da equipe que criou o game virtual, formaram uma empresa com o objetivo de idealizar e desenvolver outros jogos.

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