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Amazônia
OPERAÇÃO

Marinha do Brasil divulga balanço das ações realizadas durante Operação Ágata 11

Durante a mobilização, militares estiveram atentos aos principais crimes transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração e garimpo ilegais 23/06/2016 às 11:39 - Atualizado em 23/06/2016 às 11:47
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Mais de 500 atendimentos odontológicos foram realizados durante a Operação Ágata 11 (Foto: Divulgação/Marinha do Brasil)
ACRITICA.COM Manaus (AM)

A Marinha do Brasil (MB) encerrou nesta quarta-feira (22) a sua participação na décima primeira edição da Operação Ágata, coordenada pelo Ministério da Defesa e Comando do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) sob a execução das Forças Armadas.

A Ágata 11 aconteceu às vésperas dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Em função do evento, o Ministério da Defesa optou por uma mobilização que envolvesse toda a faixa de fronteira terrestre, assim como ocorreu na época da Copa do Mundo de futebol.

Durante a mobilização, militares estiveram atentos aos principais crimes transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração e garimpo ilegais.

Na área de jurisdição do Comando do 9º Distrito Naval (Com9ºDN), foram empregados cerca de 754 militares e os seguintes meios: os Navios-Patrulha Fluvial “Pedro Teixeira”, “Raposo Tavares”, “Rondônia” e “Amapá”; os Navios de Assistência Hospitalar “Carlos Chagas”, “Oswaldo Cruz”, e “Dr. Montenegro”; subordinados ao Comando da Flotilha do Amazonas; duas aeronaves modelo Esquilo do 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral; duas Lanchas Patrulha de Rio (LPR); uma Barca Oficina; 11 Lanchas das Capitanias Fluviais da Amazônia Ocidental e Tabatinga, Delegacia de Porto de Velho e 8 Agências Fluviais; além de destacamentos de Fuzileiros Navais do Batalhão de Operações Ribeirinhas.

Ao longo da operação, a Marinha do Brasil intensificou as ações de Patrulha Naval e Inspeção Naval. Na área social, ocorreram Ações Cívico-Sociais (ACISO) e de Assistência Hospitalar por meio dos chamados “Navios da Esperança”. As ações incluíram atendimentos médicos e odontológicos, vacinação e distribuição de remédios, entre outras atividades às comunidades ribeirinhas.

A Operação contou, ainda, com a colaboração e participação de outras instituições, na Amazônia Ocidental. Uniram-se às ações: militares do Departamento de Polícia Federal (DPF); da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB); do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA); do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO); da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ); da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM); da Polícia Civil do Estado do Amazonas, dentre outros.

*Com informações da assessoria de imprensa

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