Domingo, 21 de Abril de 2019
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Fiscalização Tupé

Semmas intensifica ordenamento do uso da Praia do Tupé com a cheia do rio

Atividades foram realizadas durante todo o domingo na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, no Baixo Rio Negro


21/04/2013 às 20:05

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) está intensificando o trabalho de ordenamento do uso da Praia do Tupé, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Tupé, no Baixo Rio Negro, tendo em vista o aumento no número de embarcações registrado nesse período do ano, de cheia dos rios.

Equipes das Diretorias de Áreas Protegidas (DEAPR) e de Fiscalização (DEFIS) da Semmas, com o apoio do Batalhão Ambiental da Polícia Militar, realizaram blitz de ordenamento na praia, ao longo de todo o dia, neste domingo, 21, com a finalidade de orientar donos de embarcações e banhistas sobre as regras constantes do Regulamento de Uso da Praia, além de punir com multa quem insistir em desrespeitar as condicionantes exigidas para a permanência no local. A RDS do Tupé é gerida pela Semmas.

Dois barcos-recreio de um total de 16 embarcações (12 lanchas e quatro de grande porte) que atracaram ao longo do dia no Tupé foram multados por descumprimento das regras do regulamento. O Lopes Alencar IV e o Amazônia de Deus foram autuados por poluição sonora. A multa, no valor de 251 UFMs, aproximadamente R$ 18 mil, foi aplicada a cada um dos responsáveis pelas embarcações.

O uso de equipamento sonoro ou som ao vivo é terminantemente proibido na Praia do Tupé, onde não é permitido também atracar embarcações em área de praia fora do local determinado para esse fim. O regulamento determina ainda que a menos de 200 metros da praia e do Lago do Tupé, a a embarcação deve desligar o som. É proibido também  jogar lixo no solo e nas águas, fazer uso de fogo, churrasqueira ou quaisquer outros equipamentos para fins de preparo de alimentos (no local já existem estabelecimentos para esse atendimento), além de portar armas de qualquer natureza ou instrumentos destinados ao corte de vegetação, caça ou pesca.

A presença de vendedores ambulantes, muitas vezes trazidos pelas embarcações de grande porte, também é proibida pois prejudica o trabalho dos comunitários locais, que sobrevivem da venda de alimentos em geral, como permissionários da prefeitura no local. Outra exigência é a necessidade de cadastramento para embarcações e agências de turismo que realizam passeios frequentes ao Tupé. Ao se cadastrarem, tomam conhecimento acerca do Regulamento de Uso e todas as regras a serem observadas.

O diretor de Áreas Protegidas da Semmas, Sinomar Fonseca, explicou que a iniciativa de intensificar o monitoramento tem como objetivo principal retomar o trabalho de orientação e sensibilização do visitante sobre a importância da conservação da reserva, que abriga espécimes da fauna e flora silvestres, além de ser um local de extrema beleza, propício para quem busca paz e o contato com a natureza. Outra finalidade do trabalho é ampliar o número de embarcações e agências fretantes cadastradas para tornar ainda mais eficaz o controle sobre as mesmas.

O Regulamento de Uso da Praia do Tupé foi instituído em 2008 e colocado em prática a partir de 2011. De lá para cá, 116 embarcações e apenas cinco agências de turismo que fretam barcos já se cadastraram junto à Semmas.

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