Publicidade
Manaus Hoje
PERIGO

Assaltos são costumeiros na área da Faculdade de Medicina, dizem estudantes

Após um vigilante reagir a uma abordagem de um criminoso e morrer nesta quarta-feira, alunos e professores pediram mais atenção da Polícia Militar para área 08/03/2017 às 21:10 - Atualizado em 08/03/2017 às 21:15
Show evandro
Alunos e professores relataram outras ocorrências que aconteceram na área (Foto: Evandro Seixas)
Amanda Guimarães Manaus (AM)

Assaltos na área que é localizada a Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), na Rua Afonso Pena, no Centro de Manaus, são costumeiros. É o que professores e alunos relataram na noite desta quarta-feira (08), após um vigilante reagir a uma abordagem de um criminoso e morrer.

O professor Alexandre Miralha, estava na universidade quando o segurança foi atingido. Ele conta que se trancou em uma das salas, pois não sabia o que estava acontecendo. “Estava conversando com uma colega sobre as atividades do curso, quando ouvi dois tiros. Logo corremos para fechar a porta e apagar as luzes da sala. Começamos a ouvir uma gritaria e a voz de alguém pedindo socorro. Nos dirigimos para a janela e percebemos que o segurança tinha sido atingido”, lembrou o professor.

Alexandre também destacou que ficou muito afetado pelo ocorrido, pois assaltos nas áreas são muito comuns. “Já tivemos casos de sequestros relâmpagos e assaltos. Esta área é muito perigosa. Teve até um tempo que a polícia era mais frequente aqui, mas mesmo assim as coisas aconteceram”, disse.

Outro que também fala das constantes ocorrências policias na área próxima a faculdade de medicina, é o vice-presidente do Centro Acadêmico do Curso, Evandro D' Peder. “Desde quando entrei na faculdade, essas coisas acontecem. Sobre o que aconteceu hoje, ficamos sabendo nos grupos da faculdade e lamentamos muito. Estamos cansados dessa situação”, destacou.

O estudante de medicina, Eric Martins, 33, não estava na instituição no momento da morte do segurança, mas relatou que os alunos vivem com medo. “A gente deixa o carro longe e sai correndo para não ser assaltado. Vivemos com medo diariamente. É horrível”, completou.

Publicidade
Publicidade