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Manaus Hoje
HOMICÍDIO

Auxiliar de produção é assassinado com seis tiros em bar na Cachoeirinha, em Manaus

A vítima bebia no bar junto de amigos e da suposta namorada, que também foi atingida com tiro de raspão no pescoço, mas sobreviveu 15/07/2018 às 12:56
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Foto: Arquivo A Crítica
Fábio Oliveira Manaus (AM)

Dhiego Rodrigues de Oliveira, conhecido como “Batatinha” ou “Batata”, de 22 anos, foi executado com seis tiros na noite desse sábado (14) em Manaus. O crime aconteceu em um bar na rua General Glicério, no bairro Cachoeirinha, Zona Sul de Manaus. A autoria e motivação ainda são desconhecidas pela Polícia Civil, que deve investigar o caso.

De acordo com o registro do Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi declarada como traumatismo crânioencefálico, por conta dos tiros recebidos na cabeça. No órgão consta que ele trabalhava como auxiliar de produção. Na ocasião, uma mulher supostamente namorada de Dhiego e que o acompanhava no bar, identificada como Dhulia Lima da Silva, 28, também foi ferida.

Segundo a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a mulher foi atingida por um disparo de raspão no pescoço, foi socorrida e encaminhada para o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) da Zona Sul. Ela sobreviveu e relatou aos policiais da 1ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) que Dhiego foi morto por engano e que o alvo seria outro homem.

Segundo consta na unidade de homicídios, Dhiego bebia no estabelecimento na companhia de amigos e da suposta namorada, quando dois homens encapuzados chegaram ao local e direcionaram os disparos somente na vítima. O homem chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Testemunhas revelaram que os pistoleiros chegaram em um carro, cujas características não foram identificadas.

No local do crime, moradores da área contaram aos policiais da 1ª Cicom que Dhiego era usuário de drogas. A reportagem do Portal A Crítica tentou localizar a família dele, mas não obteve sucesso. A área em que ele foi morto, ao lado do Prosamim Mestre Chico, é considerada perigosa pela venda de drogas. Moradores da região preferiram não dar entrevistas.

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