Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2020
HÁ TRÊS SEMANAS

Borracheiro diz ter sido ameaçado de morte por suspeito de matar PM em invasão

João Sidney é pai de Joana Priscila, que foi presa com a arma do policial militar Paulo Sérgio Portilho, assassinado na invasão Buritizal Verde



BORRACHEIRO0555.jpg (Foto: Jander Robson)
01/06/2017 às 17:47

O borracheiro João Sidney, 59, pai de Joana Priscila, presa com a arma do policial militar Paulo Sérgio Portilho, 34, na invasão Buritizal Verde, no bairro Nova Cidade, Zona Norte de Manaus, revelou ao Portal A Crítica que Marcos Neves Serra, único suspeito preso pelo crime, já o ameaçou de morte.

João Sidney contou que há três semanas, ele foi ao casebre da filha visitá-la, mas foi impedido por Marcos, que na ocasião se identificou como 'Bruninho'. Segundo ele, Marcos apontou uma arma de fogo e o mandou embora, caso contrário iria matá-lo.




O borracheiro explicou que a filha não é envolvida no crime e que só soube de sua prisão, após uma vizinha comunicar sobre o fato. De acordo com ele, Marcos teria dito também que era o comandante da invasão.

Na tarde desta quinta-feira (1º), Joana Priscila foi conduzida por policiais da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) até o Fórum Henock Reis, onde participou da Audiência de Custódia, onde foi definido que ela seguirá presa.


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