Sábado, 25 de Maio de 2019
ROUPAS

Defesa de Marcelaine pede que acusada vá ao julgamento sem roupas de presidiária

O pedido, enviado à Vara de Execução Penais no último dia 21, defende que, caso a socialite compareça ao Júri com roupa de presidiária, pode influenciar a decisão final dos jurados, determinando sua condenação



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Marcelaine Schumann, Karen Arevelo e dois homens serão julgados no dia 1º de junho, acusados de tentativa de homicídio (foto: Arquivo AC/Antonio Lima)
24/05/2016 às 17:21

As advogadas da socialite Marcelaine dos Santos Schumann entraram com um pedido junto à Vara de Execuções Penais solicitando que a acusada compareça ao julgamento sem a farda utilizada no Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF). O julgamento irá ocorrer no dia 1º de junho.

O pedido, enviado à Vara de Execução Penais no último dia 21, defende que, caso a socialite compareça ao Júri com roupa de presidiária, pode influenciar a decisão final dos jurados, determinando sua condenação.

Por isso, o documento solicita que Marcelaine compareça ao Tribunal, trajando roupas civis.

Devido ao número de réus, testemunhas, advogados e o corpo de jurados, foram reservados vagas em hotéis, refeições, carros com motoristas e o reforço na segurança do fórum Henoch Reis, onde deverá acontecer o julgamento que será um dos últimos da pauta de julgamento deste ano.

O crime

A estudante de Direito Denise Almeida da Silva, de 36 anos, foi baleada no dia 12 de novembro com um tiro de arma de fogo quando saía de carro, do estacionamento de uma academia localizada na Avenida Getúlio Vargas, no Centro de Manaus.

O tiro teria sido efetuado pelo acusado Rafael Leal dos Santos, o "Salsicha". Charles Mac Donald's Castelo Branco, fez a intermediação do crime entre Salsicha e Marcelaine. Karen Arevalo Marques, teria conseguido a arma usada na tentativa de homicídio.

Segundo os suspeitos, Marcelaine teria pagado R$7 mil reais para a execução do crime. Porém somente R$ 2 mil foram repassados ao grupo que participou da tentativa de homicídio. Salsicha estaria tentando extorquir o restante do dinheiro que ainda não havia recebido.

Extorção

Em dezembro do ano passado, o secretário de Administração Penitenciária (Seap), Pedro Florêncio confirmou a presença de um bilhete contendo ameaças e um plano de extorsão contra a socialite no interior da cela de Salsicha.

De acordo com o secretário da Seap, o bilhete seria enviado a uma presidiária de nome não revelado, que estaria no Centro de Detenção Feminina (CDPF), onde Marcelaine está presa e aguardando julgamento.


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