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Manaus Hoje
Professora morta

Delegado oferece R$ 1 mil por pistas certas sobre autores de latrocínio de professora

'Eu ofereci essa recompensa em meu nome, não sei se é certo, mas quero dar essa quantia para quem ajudar. Serão 1 mil do meu bolso, contou Abrahão Serruya 09/04/2016 às 08:00 - Atualizado em 15/04/2016 às 14:38
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Rocicleide Saraiva de Souza, 49, saía da Escola Estadual Raimundo Gomes Nogueira para casa quando foi abordada (Foto: Reprodução/Facebook)
acritica.com Manaus (AM)

Após se comover com o triste crime, o delegado titular do 10° Distrito Integrado de Polícia (DIP), Abrahão Serruya, está oferecendo R$ 1 mil para quem ajudar na localização e informações que levem a Polícia Civil até os suspeitos de matarem e roubarem a professora Rocicleide Saraiva de Souza, de 49 anos, que foi assassinada no fim da tarde da última terça-feira (5).

“Eu ofereci essa recompensa em meu nome, não sei se é certo, mas quero dar essa quantia para quem ajudar. Serão 1 mil do meu bolso”, contou. O delegado ressaltou que populares da área onde ocorreu o crime, no conjunto Ajuricaba, na Zona Centro-Oeste da cidade, ainda se sentem com medo de revelar mais detalhes do ocorrido.

“Resolvi oferecer essa recompensa na esperança de que alguém possa nos dar uma pista concreta do paradeiro”, detalhou Abrahão.

Ainda segundo o delegado, o fato ocorrido foi bastante comovente. “Todos nós somos seres humanos, e eu sendo delegado não, sinto na pele os efeitos dessa perda. É um fato muito triste, e sem razão alguma, ou qualquer reação que justificasse o fato”, contou.

O delegado ressaltou também para a equipe de reportagem que a população está muito intimidada.  “Ninguém sabe se os suspeitos do crime são conhecidos, outros já não comentam tanto”, finalizou.

Segundo policiais da 10ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), dois suspeitos em uma motocicleta abordaram a professora logo em seguida, quando ela já estava dentro do seu veículo.

Eles exigiram a bolsa e o celular da vítima, que entregou os bens mas mesmo assim foi alvo de quatro disparos feitos pelos criminosos. Eles fugiram do local com os objetos.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que luta com dificuldade pára chegar aos criminosos, diante de tanto medo da população.

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