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Manaus Hoje
Crime bárbaro

Estuprador de menina de sete anos está pedindo para morrer no presídio

O ajudante de pedreiro Francinaldo Marialva Pereira, 26, é acusado de ter assassinado e estuprado Jhuliany Souza da Silva, 7. Segundo o MPE-AM, Naldo vive batendo a sua cabeça contra a parede da cela 19/07/2016 às 20:46 - Atualizado em 19/07/2016 às 22:29
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Naldo é acusado de estuprar uma menina de 7 anos e de enterrar o corpo dela / Foto: Divulgação
acritica.com Manaus (AM)

Depois de ter pedido pena máxima para si e prisão perpétua, agora o ajudante de pedreiro Francinaldo Marialva Pereira, o “Naldo”, 26, assassino confesso de Jhuliany Souza da Silva, 7, está pedindo para morrer. De acordo com informações que chegaram ao Ministério Público Estadual, Naldo vive batendo a sua cabeça contra a parede da cela onde está preso pedindo a morte.

Ele foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio e estupro de vulnerável contra Jhuliany e, se condenado,  poderá ser sentenciado a cumprir de 25 a 30 anos de prisão em regime fechado. A denúncia foi apresentada pelo promotor da 3ª Vara do Tribunal do Júri, Rogério Marques.

De acordo com a denúncia, no dia do crime, Naldo estava sozinho em casa quando viu a menina em frente à estância onde morava e a chamou. Ele ofereceu a ela R$ 20 e a atraiu  para dentro de sua casa com o intuito de estuprá-la.

Naldo disse que levou Jhuliany para dentro do quarto da mãe dele, lá começou a tocar em suas partes íntimas, mas ela começou a gritar.  Então ele tapou a boca da menina e passou a enforcá-la fazendo com que Jhuliany perdesse os sentidos.

Com a vítima desfalecida, Francinaldo passou a colocar o dedo e o pênis na vagina da criança.  Depois de satisfazer seus desejos, percebendo que a menina estava morta, resolveu ocultar o cadáver. Então foi até o quintal, cavou um buraco e enterrou o corpo da vítima, que só foi encontrado dois dias depois. 

Quando foi preso, Naldo disse estar arrependido de ter matado, estuprado e enterrado a menina em uma cova rasa. “Depois de tudo que eu fiz, me considero um monstro”, disse.

O assassino confessou que estava drogado. “Sei lá o que aconteceu me deu uma doideira e a chamei lá pra casa. Eu a matei enforcada com as mãos, ela não chorou e nem gritou. Quando vi que ela estava imóvel, baixei a roupa dela. Foi rápido porque fiquei nervoso. Só trisquei e tirei”, afirmou, alegando não ter estuprado a criança.

Revoltados

Francinaldo Marialva chegou a ajudar os parentes da vítima nas buscas, carregou a mãe de Jhuliany quando ela desmaiou ao saber que a criança estava desaparecida e participou das orações pelo aparecimento da menina. O crime causou revolta e a população destruiu a casa onde ele morava com a família.

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