Publicidade
Manaus Hoje
já há um suspeito

Família identifica mulher que teve as pernas arrancadas após assassinato

A vítima é a balconista Gracilene da Silva Teles, de 47 anos. Conforme uma fonte da Polícia Civil, pelo menos um homem é suspeito de cometer o crime 02/08/2016 às 18:19
Show yuiyuiyuiyuiyuiyui
Fábio Oliveira Manaus (AM)

Na manhã desta terça-feira (2), familiares da mulher encontrada morta em um lixão, localizado na rua Hibisco, bairro Distrito Industrial, Zona Leste de Manaus, identificaram o corpo no Instituto Médico Legal (IML), Cidade Nova, Zona Norte. A vítima é a balconista Gracilene da Silva Teles, de 47 anos. Conforme uma fonte da Polícia Civil, pelo menos um homem é suspeito de cometer o crime. 

De acordo com o delegado Ivo Martins, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), vários familiares e amigos já prestaram depoimento, contando sobre o desaparecimento e a principal motivação para o assassinato.  

Segundo Martins, a balconista estava desaparecida desde o último domingo (31). A filha e outros familiares foram a DEHS, no bairro Jorge Teixeira, e prestaram as primeiras informações sobre o caso. Conforme o delegado, a unidade de homicídios trabalha com três linhas de investigação.

“Já temos algumas informações que foram repassadas pela família e estamos trabalhando com três linhas de investigação, mas agora não posso revelar quais são”, adiantou o titular da DEHS. Já os familiares não quiseram dar detalhes sobre o crime, mas revelaram que já há um homem suspeito de ter cometido o homicídio.

O crime

Um catador de lixo foi quem encontrou, na manhã de segunda-feira (1), o corpo da balconista atrás de um sofá velho. Por volta das 8h, policiais militares da 4ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) compareceram ao local indicado e acharam apenas o tronco com membros superiores. 

De acordo com o delegado Ivo Martins, os membros inferiores ainda não foram localizados. Segundo consta no registro do IML, a vítima além de ser esquartejada também foi morta por agressão física. Por telefone, o titular da DEHS informou que não poderia dar mais informações para não atrapalhar as investigações.

Publicidade
Publicidade