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Manaus Hoje
VIOLÊNCIA

Homem é baleado por bêbado enquanto trabalhava no Viver Melhor

A vítima, que coordena a chegada e saída de ônibus no ponto final, foi atingida com dois tiros na noite deste sábado 09/12/2018 às 12:31 - Atualizado em 09/12/2018 às 14:56
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Foto: Fábio Oliveira
Fábio Oliveira Manaus (AM)

Um coordenador do Acordo Operacional (Acop), que atua em uma estação de ônibus no Viver Melhor, no bairro Lago Azul, Zona Norte de Manaus, foi baleado com dois tiros, na noite de sábado (9). O homem, identificado pela reportagem como Eduardo, estava dentro da estação, sentado, quando um homem chegou e descarregou uma arma.
 
De acordo com um funcionário da Acop, que preferiu não ser identificado, o caso aconteceu por volta das 21h. Eduardo estava sentado, trabalhando normalmente, e na companhia de outro colega. Segundo o funcionário, um homem desconhecido, aparentemente embriagado, chegou ao local, fazendo perguntas sobre a coleta de lixo na estação.

Segundo o funcionário, depois de breve conversa, o homem foi embora, mas logo retornou, foi a janela e efetuou os disparos a queima-roupa no coordenador. “Ele só levantou a mão pra cima e depois correu, ficou atordoado e se trancou no banheiro”, disse o funcionário da Acop e também colega de trabalho da vítima.

Após descarregar a arma, o suspeito mesmo disse em voz alta que o armamento havia descarregado e logo foi detido por populares que passavam pelo local. “Acho que ele estava bêbado e drogado, o Eduardo ouviu quando ele disse: ‘descarregou a arma’ e parece que uns caras chegaram e pegaram ele logo em seguida”, relatou. A reportagem não conseguiu apurar se o suspeito foi preso pela Polícia Militar ou Civil. 

O coordenador foi socorrido por um colega de trabalho e levado ao hospital e pronto-socorro Delphina Aziz, mas logo depois transferido para o HPS 28 de Agosto. Ele foi atingido por um tiro na mão e outro no antebraço. Segundo o colega, que teve o nome mantido em sigilo, Eduardo contou que não quer mais trabalhar no posto do Viver Melhor.

A reportagem do portal A Crítica entrou em contato com o Sinetram, que ficou ciente da ocorrência, mas até o fechamento desta matéria não retornou contato 

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