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Manaus Hoje
AGRESSÃO

Homem é encontrado morto com sinais de agressão em barraco na Cidade das Luzes

De acordo com a polícia, o homem identificado como Marcilon Gonçalves da Silva, de 42 anos, foi atingido na cabeça com uma barra de ferro 05/02/2018 às 11:29 - Atualizado em 05/02/2018 às 11:39
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Foto: Jander Robson
Conceição Melquiades Manaus (AM)

Um homem identificado como Marcilon Gonçalves da Silva, de 42 anos, foi encontrado morto com sinais de agressão física na região da cabeça por volta das 9h desta segunda-feira (5), em Manaus, dentro de um barraco em construção na rua Cometa Harley, na comunidade Cidade das Luzes, bairro Tarumã, na Zona Norte da capital.

De acordo com a polícia, o homem foi atingido na cabeça com uma barra de ferro. Testemunhas informaram à reportagem que a vítima morava pela comunidade e que foi vista na noite de ontem consumindo bebida alcoólica e discutindo com frequentadores de um bar também na Cidade das Luzes. O endereço do estabelecimento comercial não foi confirmado.

Um dos moradores da comunidade, que se identificou à reportagem como sendo o motorista Wanderlan, afirmou que a vítima chegou a morar na casa dele, noutro barraco na Cidade das Luzes. Porém, ainda segundo Wanderlan, devido ao comportamento de Marcilon, que se embriagava com frequência e ficava agressivo, ele foi expulso da residência e obrigado a residir em outro local.

Conforme Wanderlan, toda vez que a vítima bebia, passava a discutir com as pessoas, chegando inclusive a arremessar nelas objetos como cadeiras e pedaços de madeira. Ainda segundo Wanderlan, após ser expulso e ficar sem ter onde morar, há cerca de 15 dias, a vítima ficou perambulando pelo bairro, dormindo pela rua. As informações deverão ser investigadas pela polícia.

Policiais militares da 20ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) compareceram ao local do crime e isolaram a área. O delegado Paulo Benelli, titular do 20º Distrito Integrado de Polícia (DIP), também foi ao barraco onde estava o corpo, junto com uma equipe de investigação. Peritos do Instituto de Criminalística recolheram provas do assassinato e, depois, o corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).

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