Sábado, 20 de Julho de 2019
ASSASSINADO

Homem é torturado e agredido até a morte dentro da casa da ex-esposa em Manaus

A ex, o atual dela e um amigo do casal são suspeitos do crime. A vítima foi atacada com socos, pontapés, pauladas e facadas e chegou a ficar com o rosto desfigurado



dcdc0023-ab70-4644-bb74-a0b2f7dcce46.jpg Foto: Divulgação
07/02/2018 às 15:07

Um homem identificado como Nelson Guilherme Melo da Silva, de 53 anos, foi torturado e agredido até a morte dentro da casa da ex-esposa dele na madrugada desta quarta-feira (7), na comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro Cidade Nova 5, na Zona Norte da capital. A ex-companheira, o atual dela e um amigo do casal são suspeitos do crime.

Segundo a Polícia Civil, o assassinato aconteceu após a vítima ir até a casa da ex-mulher, identificada como a cabeleireira Marcela Vasconcelos de Oliveira, ainda na noite de ontem (6), por volta das 22h. Nelson e Marcela estariam sozinhos no local quando começaram a discutir e, depois, a vítima deixou a residência. Tempos depois, Nelson retornou ao local, onde acabou encontrando o atual companheiro de Marcela, identificado como Ismael, e um amigo do casal, André.

Conforme a Polícia Civil, todos travaram uma luta corporal, que culminou com a tortura e a agressão da vítima até a morte. De acordo com informações policiais, Nelson foi atacado com socos, pontapés, pauladas e facadas e chegou a ficar com o rosto desfigurado. O Instituto Médico Legal (IML) removeu o corpo da vítima e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investiga o caso.

Ameaças e brigas

A ex-esposa da vítima, Marcela, já havia ameaçado Nelson várias vezes, segundo informações repassadas pela Polícia Civil. O motivo das ameaças não foi confirmado. A cabeleireira foi encaminhada ao 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde prestou depoimento e em seguida foi liberada. Os outros dois suspeitos do crime, Ismael e André, não foram localizados e estão sendo investigados.

De acordo com a proprietária do imóvel onde aconteceu o crime, Marcela morava há pouco tempo no local, cerca de 20 dias. “Quem alugou o apartamento foi a mãe da Marcela, mas quem veio morar foi ela que trabalhava aí mesmo como cabeleireira. Vi algumas vezes o companheiro dela. (Os dois) não eram de muita conversa”, disse a proprietária, que prefere não revelar o nome.

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