Quinta-feira, 28 de Maio de 2020
MAL ESTAR

Julgamento é interrompido após juiz passar mal e ser levado para hospital

Adonaid Abrantes de Souza Tavares durante julgamento da morte do cabeleireiro João Felipe de Oliveira Martins



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04/03/2020 às 21:12

A sessão de julgamento popular que tem como réus Géssica Alves Alho, Hadyson Rafael Bonates, Alana Holanda de Freitas, Dione Costa dos Santos e José Matheus da Costa Vieira, foi interrompida por volta das 15h40 de hoje (4) porque o juiz Adonaid Abrantes de Souza Tavares que presidia o evento ter passado mal e foi levado de ambulância para um pronto-socorro.

De acordo com os advogados e quem estava no julgamento, o magistrado almoçou e voltou para o plenário, reiniciando os trabalhos e, uma hora e meia depois começou a se sentir mal, foi ao banheiro e vomitou. Ele foi atendido por um médico ainda no fórum. Este constatou que o mesmo estava com a pressão muito baixa. Por conta do estado de saúde o juiz foi levado para um pronto-socorro.



Conforme o promotor de Justiça, George Pestana, o júri foi suspenso no momento que as testemunhas ainda estavam sendo ouvidas. O julgamento que deveria terminar amanhã está previsto para encerrar na sexta-feira (6). De acordo com o promotor, são cinco réus, cada uma com cinco testemunhas e cada advogado terá uma hora e meia para o debate.  

O julgamento começou às 8h57, presidida pelo juiz de direito titular da 3ª Vara do Tribunal do Júri, Adonaid A, com o Ministério Público do Estado do Amazonas sendo representado pelo promotor de justiça George Pestana Vieira e seu assistente Ubiratan George Pinto de Almeida.

Os cinco réus são acusados de participação na morte do cabeleireiro João Felipe de Oliveira Martins, ocorrida em 30 de agosto de 2017, por volta de 15h40, em um salão de beleza localizado na rua Tarauacá, no conjunto Vieiralves, na Zona Centro-Sul de Manaus. 

No período da manhã foram ouvidas três testemunhas e o magistrado que preside a sessão suspendeu os trabalhos às 12h46, para intervalo. A sessão foi retomada às 14h e interrompida com o mal estar do magistrado.

Após a oitiva das testemunhas, serão interrogados os cinco réus e, na seqüência, serão realizados os debates, fase que, em princípio, terá duas horas e meia destinadas ao Ministério Público e o mesmo tempo para a defesa, podendo ter réplica e tréplica, com tempo de 90 minutos para cada parte.

Repórter de A Crítica

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