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Manaus Hoje
banco dos réus

Major acusado de matar soldado com quem namorava vai a julgamento

Ele alegada que a namorada se suicidou na frente dele, mas foi acusado de matá-la com um tiro de pistola de uso exclusivo da polícia em março de 2010 28/11/2016 às 11:00 - Atualizado em 28/11/2016 às 11:52
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Quando Leidynina morreu, Pedro César Moreira era tenente; hoje ele é julgado como major (Foto: Joana Queiroz)
acritica.com Manaus (AM)

O major da Polícia Militar Pedro César Moreira está sendo julgado hoje acusado de ter assassinado a soldado da PM Leidynina Luciane Silva de Araújo, em março de 2010. O crime teve grande repercussão e o major nega as acusações, alegando que a moça suicidou-se.

Quando foi acusado do crime, o oficial era tenente e hoje, mesmo respondendo às acusações, progrediu de posto e é major. A policial militar foi morta com um tiro de pistola PT 40 (arma de uso exclusivo das Polícias Militar e Civil) no dia 5 de março de 2010, no segundo andar do residencial Carol 2, na rua 1ª de Abril, bairro da Betânia, Zona Sul. Namorado de Leidynina na época,  Pedro César alegou que a soldado era “ciumenta e possessiva” e cometeu suicídio na frente dele. A família dela sempre contestou a versão dele e, um tempo depois, Pedro foi indiciado pelo delegado da época, Mariolino Brito, por homicídio, após reconstituição do caso. 

Testemunhas  dizem que ela não tinha motivos para se matar. Ela era feliz, e estava vivendo um momento de conquistas. Porém, afirmam que o major era ciumento, possessivo e agressivo.

No julgamento, a mãe de Leidynina, Maria Hilda da Silva, 51, foi uma das primeiras a depor como testemunha do caso.

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