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Marcelaine recua e será julgada com a farda amarela de presidiária

Devido ao número de réus, testemunhas, advogados e o corpo de jurados, foram reservadas vagas em hotéis, refeições, carros com motoristas e até reforço na segurança do tribunal 30/05/2016 às 22:26 - Atualizado em 03/06/2016 às 20:33
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Foto: Antônio Lima / Arquivo AC
acritica.com Manaus (AM)

A pedido da socialite Marcelaine dos Santos Schumann, que é acusada de tentativa de homicídio da estudante de Direito Denise Almeida da Silva, 36, as advogadas de defesa solicitaram, na última quarta-feira (25), a exclusão da petição em que ela pedia para usar as próprias roupas no dia do julgamento, que ocorrerá quarta-feira (1º). Na ocasião, Marcelaine afirmou que não queria usar perante o juiz a roupa amarela, que é usada por detentos do Centro de Detenção Provisória Feminina (CDPF).

A defesa da socialite havia pedido no dia 21 de maio, junto à Vara de Execuções Penais que Marcelaine pudesse comparecer ao julgamento sem a farda utilizada no sistema prisional. A defesa alegou que, caso ela compareça ao Júri com roupa de presidiária, pode influenciar na decisão que será tomada no final do julgamento pelos jurados. Por isso, o documento solicita que Marcelaine compareça ao Tribunal, trajando roupas civis

Devido ao número de réus, testemunhas, advogados e o corpo de jurados, foram reservadas vagas em hotéis, refeições, carros com motoristas e até reforço na segurança do tribunal.

Além de Marcelaine, Charles Mac Donald’s Castelo Branco; Rafael Leal dos Santos, o “Salsicha”; e Karen Arevelo  também devem ser julgados pelo crime de homicídio tentado, contra Denise Almeida. Marcelaine é suspeita de ter contratado pistoleiros para executar ou deixar aleijada a rival. Denise foi atingida com um tiro de arma de fogo quando saía de carro no estacionamento de uma academia, no Centro, no dia 12 de novembro de 2014.

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