Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2020
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Médico vítima de tentativa de homicídio em Tabatinga deixa hospital

De acordo com o boletim médico, Rogelio Alonso Campuzano foi alvejado com três tiros. Um atingiu o ombro e dois foram de raspão em sua cabeça



medico-Rogerio-696x392-960x541_EDF55031-DC26-4406-9BAB-3B14333BD008.jpg Foto: Reprodução/Internet
14/01/2020 às 09:51

O médico-cirurgião Rogelio Alonso Campuzano deixou o Hospital Militar do Exército por volta de 9h40 da manhã de segunda-feira (13). Rogelio foi internado em quadro grave após sofrer tentativa de assassinato na noite do último domingo (12) em Tabatinga, municicípio distante 1.119 quilômetros de Manaus. Em dezembro ele anunciou que seria pré-candidato a prefeitura da cidade do Amazonas que faz fronteira com a Colômbia, o Peru e a Venezuela.

De acordo com a nota técnica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o médico foi levado pela viatura da polícia militar para a UPA e, depois, removido para a Clínica Letícia, na Colômbia, para exames de tomografia, seguindo para o Hospital Militar em Tabatinga. Centenas de pessoas estiveram durante toda a noite na frente do hospital para saber o estado de saúde de Rogelio.



Giovani Fonseca, cirurgião da UPA que prestou atendimento ao pré-candidato, falou do estado de saúde do paciente no domingo em entrevista para a Agência Brasil. "O paciente está estável, mantêm-se consciente, mas requer cuidados. Ele não teve lesões graves, aparentemente. Mas ele precisa fazer exames e ficar sob observação", disse.

De acordo com o boletim médico, Rogelio foi alvejado com três tiros. Um atingiu o ombro e dois foram de raspão em sua cabeça. O médico utilizou as redes sociais para afirmar que os tiros foram de raspão e que passa bem. 

Rogelio Alonso Campuzano nasceu em Huila, na Colômbia, e concorreu na eleição de 2018 pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN) para deputado estadual. Foi um dos mais votados do estado e, em Tabatinga, conquistou 34,74% (8.326 votos). 

Em nota, a direção estadual do PMN Amazonas lamentou o ocorrido e cobrou rápida apuração do caso. "Expressamos nossa preocupação com o fato, que em si é inaceitável. Manifestamos mais ainda o desejo de uma rápida apuração do caso por parte das autoridades para que assim seja esclarecido se Rogélio foi vítima da violência endêmica que assola a sociedade brasileira ou se foi vítima de um crime com outras motivações", conclui a nota.

A Polícia Civil informou que o caso é investigado sob sigilo por uma uma equipe da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.

*Com informações da Agência Brasil

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