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Manaus Hoje
ATENTADO

Morre em hospital homem que foi baleado junto com a família em carro no Japiim

A esposa e o enteado dele, de 5 anos, morreram na semana passada quando foram atingidos em tiroteio. Todos estavam em um carro de aplicativo, que foi cercado pelos assassinos 03/10/2018 às 12:39 - Atualizado em 03/10/2018 às 15:30
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Foto: Arquivo A Crítica
Larissa Golvin Manaus (AM)

Morreu na noite de ontem, terça-feira (2), no Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, em Manaus, Alexsandre Ferreira da Silva, de 30 anos, que foi baleado junto com a família dele dentro um carro no Japiim, na quarta-feira passada (26). A esposa dele e o enteado, de 5 anos, morreram quando foram atingidos no tiroteio. Todos estavam em um veículo de transporte por aplicativo, que foi cercado pelos assassinos.

O atentado aconteceu na rua Penetração 4, no bairro Japiim, Zona Sul. O enteado de 5 anos, Herberth Gabriel Cavalcante Ferreira da Silva, e a esposa, Maria de Fátima Souza Cavalcante, 33, ainda foram socorridos e levados a unidades de saúde, mas não resistiram. Outro jovem, de 18 anos, identificado como Luís Thiago Pinto Gerrings, também estava no carro e foi baleado, mas sobreviveu. Antes, a polícia havia divulgado o nome “Emerson Lopes Filho” como sendo a identificação de Alexsandre.

Segundo a Polícia Civil, além das quatro vítimas, o motorista de transporte por aplicativo também estava dentro do veículo. Somente ele não foi alvejado por ter se jogado no chão. Em depoimento, o motorista afirmou que os assassinos estavam encapuzados. Eles cercaram o automóvel, modelo Celta de cor prata, e atiraram quando eles entraram na rua Penetração 4, como numa emboscada.

Populares e o motorista socorreram todas as vítimas, levando-os para o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) da Zona Sul. De lá todos foram transferidos para outras unidades de saúde. Herberth, o garoto de 5 anos, ainda passou por uma cirurgia, mas não resistiu. Alexsandre estava internado desde então e, ontem, faleceu.

De acordo com a Polícia Civil, o jovem de 18 anos alvejado no atentado já havia sido preso por tráfico de drogas e Alexsandre tinha passagem por roubo de veículos.

A motivação para o crime é investigada, mas a principal suspeita é ligação com o tráfico de drogas. O 1º Distrito Integrado de Polícia registrou a situação e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) ainda apura o crime.

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