Terça-feira, 23 de Abril de 2019
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GOLPE

Quatro mulheres são presas por aplicar golpe de mais de R$40 mil em Manaus

A polícia chegou a quadrilha a partir de denúncias de vítimas que compraram imóveis e descobriram o golpe após o pagamento


12/04/2017 às 15:36

Quatro mulheres foram presas em flagrante enquanto tentavam aplicar o golpe de venda de imóvel em mais uma vítima. As prisões ocorreram em um cartório situado na avenida Umberto Calderaro Filho, no bairro Adrianópolis, zona Sul de Manaus, por volta das 15h, da última terça-feira. Ramona Benaion Catique de Souza, 30, Geovanna Teixeira de Oliveira, 21, Carina Gomes Gama, 29, e Giguilane Fernandes Ribeiro, 28, eram investigadas há cerca de dois meses pela equipe de investigação do 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP). 

A Polícia Civil convocou uma coletiva de imprensa na tarde de hoje (12), na sede da Delegacia, no bairro Cidade Nova, zona Norte, para apresentar as estelionatárias, mas elas se recusaram e foram retiradas da delegacia. As suspeitas foram identificadas pelos investigadores do 6º DIP após a denúncia de um industriário de 45 anos que pagou R$ 23 mil às estelionatárias pela compra de um imóvel no Monte Sinai, também na zona Norte.

De acordo com a polícia, a vítima utilizou o dinheiro de uma conta inativa do FGTS para efetuar a compra da casa própria e só descobriu o golpe após a transferência bancária. Além do industriário, mais três vítimas registraram Boletim de Ocorrências, cujas características do estelionato e das suspeitas levaram a polícia às suspeitas. Duas vítimas já foram localizadas e identificaram as mulheres.

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Durante a prisão as indiciadas aplicariam um golpe de R$ 45 mil. Os golpes realizados somam mais de R$ 40 mil. O grupo era bastante organizado, segundo a Polícia, e usava contas bancárias de terceiros para receber os pagamentos das vítimas. Carina encontrava imóveis para aluguel em sites de compra e venda na internet e se apresentava com “Maricelia” para alugar as casas que seriam usadas nos crimes.Com o imóvel alugado, Ramona anuncia a venda em sites especializados na internet com valores abaixo dos praticados no mercado.

As estelionatárias atraiam compradores dispostos a negociar a compra à vista. Giguilane era responsável pelos trâmites no cartório, ela já responde a um processo na Justiça por uma tentativa de homicídio. Geovanna conseguia as contas bancárias de laranjas usadas para receber o dinheiro das vítimas. A conta da mãe cujo nome não foi divulgado foi usada para receber um dos pagamentos. Ramona é apontada pelos policiais como chefe da quadrilha e uma das estelionatárias mais procuradas em Manaus. Ela responde a cinco processos por estelionato.                   

De acordo com o delegado Jeff Mac Donald, titular do 6º DIP, mais vítimas devem aparecer após a divulgação do caso. Nesse caso, as pessoas que reconhecerem as estelionatárias devem procurar pela Delegacia, situada no bairro Cidade Nova, zona Norte, para relatar o caso e reconhecer as suspeitas.

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