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Soldado acusado de matar homem fora de serviço é liberado pela Polícia Civil

O militar ainda não foi ouvido oficialmente nem pela sua corporação e nem passou pelo exame que provará se foi ele ou não que atirou na vítima 17/07/2016 às 16:56
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O PM saiu do local fardado, armado e escoltado pelos companheiros de corporação, sob protestos da população. Foto: Euzivaldo Queiroz
Joana Queiroz Manaus (AM)

Doze horas depois de ter sido acusado de ter atirado e matado Anderson Farias, o soldado da Polícia Militar Ângelo Rodrigues Leite,  ainda não foi ouvido oficialmente nem pela Polícia Civil e nem pela Militar, assim como não  foi submetido a nenhum tipo de exame, como residuológico para verificar se o tiro que matou a vítima foi disparado por ele ou não.

O crime ocorreu por volta das 4h30 da manhã deste domingo (17) no bairro Petrópolis, na Zona Centro-Sul de Manaus. Moradores da área acusam o policial de, sob efeito de álcool e drogas, ir à casa da vítima para comprar droga e depois a matou. O policial recebeu escolta de colegas para sair do local e houve confusão.

À tarde, o policial foi levado para a Diretoria de Justiça e Disciplina (DJD) da PM. De acordo com o advogado dele, Bruno Medeiros, o crime de homicídio deveria ser trata do pela Polícia Civil porque no momento Ângêlo não estava de serviço. O soldado, então, foi levado para o 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

No 1º DIP, a delegada Marna de Miranda disse que não era caso de flagrante e o soldado foi liberado. Depois disso, ele foi levado de volta pra DJD, onde ele se encontra até o fechamento desta matéria.

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