Publicidade
Manaus Hoje
DENTRO DA CADEIA

Suspeito da morte de policiais no Iranduba é assassinado no Ipat

Titular da Seap, Pedro Florêncio, disse que o homem é suspeito de ter envolvimento na morte dos dois policiais durante um confronto com traficantes colombianos no Iranduba na última terça-feira (25) 01/11/2016 às 21:26 - Atualizado em 01/11/2016 às 21:30
Show 987595
Homem foi morto dentro do Instituto Penal Antônio Trindade(Foto: Euzivaldo Queiroz)
Joana Queiroz Manaus (AM)

Um homem identificado como José Alberto dos santos Saraiva, 41, foi morto em uma cela dentro do Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT), na tarde desta terça-feira (01). De acordo com informações repassadas pelo titular da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), Pedro Florêncio, o homem é suspeito de ter envolvimento na morte de dois policiais durante um confronto com traficantes colombianos no Iranduba na última terça-feira (25).

Ainda de acordo com o titular da Seap, o suspeito foi morto com golpes de estaca. Uma investigação será aberta para investigar a morte do detento. Segundo o titular da Seap, a família do suspeito alegou que o mesmo era inocente e chegou a fazer manifestação no município pedindo a sua soltura.

A informação do sistema penitenciário é de que havia uma segunda pessoa presa acusada de ter envolvimento com a morte dos policiais e que ela estaria marcada para morrer, mas foi colocada em liberdade antes que algo pudesse ter acontecido.

Inquérito apura mortes

O duplo homicídio do investigador de Polícia Civil, Genelson Carlos Duarte Mota, 46, e do sargento reformado da Polícia Militar, Rubenício da Silva Alexandre, 59 ocorreu dentro de uma embarcação atracada em uma ilha conhecida como Paciência, localizada na comunidade Caldeirão, em Iranduba.

Dentro da lancha onde o policial civil foi morto, a Polícia Militar encontrou 100 pacotes de droga tipo Skunk, totalizando aproximadamente 145 quilos de maconha. O delegado do DIP do Iranduba, Ricardo Homero, informou que o investigador havia ido ao local sozinho para verificar uma denúncia de tráfico de drogas e, após confronto, acabou morto junto com o PM.

“Ele recebeu uma denúncia e foi averiguar. Ele pediu para que pessoas da localidade o auxiliassem, mas sabemos que o policial deveria estar com outro policial. Mas como era muito dedicado, ele fez dessa forma e veio a óbito em possível confronto com traficantes, mas não podemos confirmar porque essas pessoas (traficantes colombianos) não foram encontradas”, explicou Homero.

Publicidade
Publicidade