Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
ARROMBAMENTO

Trio suspeito de vender produtos roubados em redes sociais é preso na Compensa

Investigação da Polícia Civil aponta que o trio furtava produtos de dentro de veículos por meio do ‘chapolin’, equipamento usado para violar portas



asudhiahua_58571708-D078-469D-875D-E449FD49A81A.JPG Foto: Divulgação
27/07/2019 às 17:26

Janderson Braga Moreira, 35, Luiz Fernando da Silva Caxeixa, 30, e Clécio Rodrigues Oliveira, 31,  foram presos no bairro Compensa, Zona Oeste de Manaus, na última sexta (26), suspeitos de cometerem o crime de furto e receptação. O trio teria subtraído produtos de veículos utilizando o “chapolin”, equipamento usado para violar portas e vendê-los em sites de compras.  A investigação foi comandada por policiais civis do 23º Departamento Integrado de Polícia (DIP).

De acordo com a investigação da Polícia Civil, Janderson e Luiz furtavam objetos do interior de veículos estacionados em estabelecimentos comerciais da capital, utilizando um dispositivo eletrônico conhecido como “chapolin”. Segundo o delegado Henrique Brasil, Clécio era o responsável por receptar e vender por meio de redes sociais os produtos oriundos dos delitos.



“Conseguimos encontrá-los no bairro Compensa, zona oeste da capital, e com eles havia diversos objetos supostamente de procedência ilícita, mas não foi possível identificar alguma vítima, fato que não possibilitou a lavratura do flagrante, apenas o indiciamento referente a vítimas anteriores. Janderson e Luiz utilizavam veículos alugados para praticarem os furtos”, explicou Brasil.

Indiciamento 

Janderson e Luiz foram indiciados por furto qualificado. Já Clécio foi indiciado por receptação. Após os procedimentos cabíveis na unidade policial, o trio foi liberado e irá responder aos Inquéritos Policiais (IPs) em liberdade.

A autoridade policial destacou ainda que, caso as vítimas reconheçam os infratores, que procurem o prédio do 23° DIP, na rua Mozart Guarnieri, s/n°, bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul de Manaus, para formalizar o Boletim de Ocorrência (BO) e indicar os materiais furtados. 

“Caso as vítimas reconheçam os produtos apreendidos, que compareçam na delegacia apresentando documento fiscal indicando a propriedade devida”, finalizou.

 

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