Publicidade
Manaus
PREMIADOS

A CRÍTICA vence em três categorias no Prêmio de Jornalismo do MPT

Mônica Prestes e Chico Batata levaram os prêmios de melhor material impresso e foto/Região Norte; Larissa Cavalcante venceu categoria universitária 17/08/2017 às 20:57 - Atualizado em 17/08/2017 às 22:02
Show carvao
Reportagem foi publicada no dia 5 de setembro do ano passado, Dia Mundial do Meio Ambiente (Foto: Chico Batata)
acrítica.com Manaus (AM)

O jornal A CRÍTICA venceu em três categorias no Prêmio do Ministério Público do Trabalho (MPT) na noite desta quinta-feira (17), em Brasília. A reportagem especial “Amazônia – Do verde às Cinzas”, assinada pela jornalista Mônica Prestes, ganhou nas modalidades jornal impresso e fotojornalismo / Região Norte, com imagem do fotógrafo Chico Batata. A repórter Larissa Cavalcante também ganhou na categoria universitário.

A reportagem assinada por Mônica foi publicada no jornal A CRÍTICA no dia 5 de setembro de 2016. A reportagem, que foi classificada entre 422 inscritas, acompanhou a produção clandestina de carvão e seus impactos sobre a Amazônia e foi ilustrada pelo fotógrafo Chico Batata.

Segundo Mônica Prestes, a reportagem surgiu da parceria com o fotógrafo, que sugeriu a pauta. “É muito bom ver um trabalho reconhecido, especialmente quando ele trata de temas da nossa realidade que, muitas vezes, não recebem a atenção necessária para fomentar uma discussão tão crucial para o desenvolvimento sustentável e o fim das desigualdades sociais na Amazônia”, comentou ela.

No ano passado, A Crítica também venceu a categoria Região Norte do Prêmio MPT. Foi com a reportagem “Vidas Mutiladas”, assinada pelos profissionais Náferson Cruz e Márcio Silva.

Integrante da equipe do jornal A CRÍTICA, a repórter Larissa Cavalcante, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) ganhou na categoria universitário. Com a equipe, entre elas a produtora da TV A Crítica, Islla Pessoa, ela produziu uma reportagem sobre a rota do tráfico de pessoas no Amazonas. A matéria foi publicada no dia 16 de setembro de 2016.

“Foi uma surpresa saber que conseguimos ficar entre os 32 finalistas dos 422 trabalhos inscritos. Ficamos muito felizes de representar o Amazonas nesse prêmio de jornalismo do Ministério do Trabalho e concorrer com os melhores jornalistas de todo país, mas principalmente de levantar um assunto que ainda é pouco discutido: o tráfico de pessoas e o trabalho escravo no Estado, que é assim muito utilizado por causa da falta de fiscalização nos rios”, disse Islla. 

"O sentimento é de felicidade e principalmente de dever cumprido. A reportagem conseguiu sair do âmbito da universidade e levou essas informações sobre o tráfico de pessoas na nossa região para um grande número de pessoas. Acredito que a reportagem irá contribuir para muitos outros trabalhos e vale lembrar que ainda há muita coisa a ser enfrentada em relação a essa problemática que atinge milhares de pessoas", avalia Larissa.

Publicidade
Publicidade