Terça-feira, 23 de Abril de 2019
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Essência da vida

A essência da vida é acreditar. Sempre!

Campanha convida a sociedade amazonense a acreditar e fazer as mudanças acontecerem


20/04/2013 às 18:31

Com o mote “Há 64 anos acreditando no Amazonas”, a Rede Calderaro de Comunicação (RCC) leva para as ruas, esta semana, a campanha “Acreditar”. A ação, de acordo com a diretora de Marketing Corporativo do Jornal A CRÍTICA, Paula Vieira, é um convite à sociedade amazonense para crer na realização de seus sonhos, os individuais e os coletivos.

“A gente precisa acreditar que Manaus pode ser uma cidade melhor; Que o Amazonas pode ser um Estado ainda maior; A gente quer, com esspa campanha, convocar as pessoas a saírem de suas casas, pela manhã, e acreditarem que poderão ter um transporte coletivo mais digno, um serviço de saúde melhor, uma cidade onde as culturas e o esporte sejam mais valorizados. Afinal, é a sociedade que tem o poder de fazer as mudanças acontecerem”, disse Paula Vieira.

O jornal A CRÍTICA, veículo pioneiro da Rede Calderaro de Comunicação (RCC), entra na campanha trazendo na sua edição de hoje, em todos os seus cadernos, histórias de personagens que, mesmo diante de desafios, não perderam a crença em seus projetos e causas. Persistiram e venceram. “A CRÍTICA tem cadernos que se ligam com segmentos diferenciados da sociedade. Então, todas as peças produzidas pela campanha vão alcançar esses segmentos”, explica Paula Vieira.

A peça que abre a campanha estampa a imagem do fundador do jornal A CRÍTICA, Umberto Calderaro Filho. Para Paula Vieira, a história do jornalista é a encarnação da mensagem que a RCC quer transmitir ao Amazonas. “O Sr. Umberto Calderaro Filho acreditou que o sonho dele de criar um jornal poderia dá certo, que a cidade de Manaus poderia ser ainda melhor. Ele perseguiu esse sonho e acreditou. Então, está na hora da gente acreditar também em Manaus e no Estado”, ressalta a diretora.

Paula Vieira explica que o ícone da primeira fase da campanha é o fundador de A CRÍTICA. “Nessa etapa, apresentaremos a força do acreditar do seu Umberto Calderaro. Mostraremos para as pessoas porque ele é um exemplo de quem acreditou e tornou realidade o sonho de fazer um jornal; e montou um grande grupo de comunicação que nós temos hoje”, enunera a diretora de Marketing Corporativo.

A fase seguinte da ação vai trabalhar diferentes temas e causas em que a RCC, desde a fundação de A CRÍTICA, em 1949, sempre esteve envolvida. “Nas peças, nós convidaremos a população a acreditar, por exemplo, na Zona Franca de Manaus (ZFM) e na Cultura. Porque nós acreditamos diariamente. É o que nos move. O que nos faz acreditar e trabalhar. Qualquer que seja o projeto, você só faz porque acredita. É a essência da vida. Acreditar!”, afirma Paula Vieira.

Enfrentar os desafios de cada dia

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A diretora de Redação do jornal A CRÍTICA, jornalista Aruana Brianezi, afirma que uma das marcas do veículo é a de se engajar em pleitos regionais. “A CRÍTICA detectou que era um momento que precisava resgatar essa força, que desde o começo fez surgir o grupo Calderaro. Ou seja, você não pode se encolher diante das dificuldades. Seja qual for. No caso de A CRÍTICA, na sua fundação, a cidade era um mercado não favorável, onde vários empresários estavam transferindo de Manaus os seus investimentos, e seu Calderaro, fez o contrário, apostou na cidade, acreditou”, exemplifica Brianezi.

Na edição de A CRÍTICA deste domingo,diz a diretora, o leitor será apresentado a histórias de superação inspiradoras: “A ideia dessa edição é contar histórias de pessoas que acreditaram num sonho, dos mais variados, e que o leitor possa, do outro lado, se inspirar e levar aquilo para a vida dele”.

Calderaro ficou quando muitos decidiram sair


Autor do livro “A CRÍTICA de Umberto Calderaro Filho”, o diretor Jurídico da RCC, Júlio Antônio Lopes, afirma que uma das maiores provas de crença em Manaus dada pelo fundador do jornal ocorreu durante o governo do presidente Fernando Collor de Mello (1990-1992). “Fernando Collor assumiu e abriu as importações para o País todo. Houve uma debandada de empresas, de comércio. Todo mundo que ganhou dinheiro aqui se mandou. Ele pegou nesse momento tudo que ele tinha acumulado de dinheiro e investiu nesse prédio (sede de A CRÍTICA, na avenida André Araújo). Naquele momento de crise, quando todo mundo estava abandonando Manaus, seu Umberto deu prova de que acreditava no trabalho, acreditava em Manaus e no Amazonas”, conta Júlio Antônio Lopes.

Em 1995, em uma carta-testamento, Umberto Calderaro lembrou do episódio. “Quando indústrias e comerciantes liquidaram suas firmas em momentos de incertezas e foram para outras plagas usufruir e gastar seus milhões de dólares adquiridos nesta cidade, senti a necessidade de dar uma demonstração de otimismo e de confiança em nossa terra. Joguei tudo o que tinha na minha vida comprando a maior rotativa do Norte do País, informatizei o jornal, construí um prédio de 5 mil metros quadrados, investi nos recursos humanos. Quando todos estavam pessimistas quanto ao futuro, dei uma lição de bom filho, de bom amigo, de bom companheiro do meu querido Amazonas”.

Durante seu governo, Fernando Collor promoveu a abertura do mercado nacional às importações. Pela política de abertura de mercado estabelecida pelo presidente, a Zona Franca perdeu sua vantagem de concessão de incentivos fiscais. A mudança repercutiu nas atividades de produção industrial. Em 1991, a receita anual caiu e, em decorrência, muitas fábricas fecharam e houve redução no número de empregados: de 100 mil, no auge, para 30 mil.

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